BRASÍLIA - Novo levantamento do Ministério da Saúde indica que o porcentual de pacientes que desenvolveram quadros graves após contrair a gripe suína (rebatizada http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_topde gripe A H1N1 pela OMS) é um pouco menor do que o registrado na gripe comum.

A pasta analisou 1. 566 casos confirmados da nova gripe entre 25 de abril e 18 de julho e verificou que 14,2% desenvolveram a síndrome respiratória aguda grave, que causa comprometimento dos pulmões, com sintomas como falta de ar. Do total de 528 casos de gripe comum confirmados no mesmo período, 17% apresentaram o problema pulmonar.

Ainda segundo a análise do ministério, dos casos de comprometimento pulmonar registrados no País, a maioria, 55,7%, é de mulheres. A faixa dos 20 aos 49 anos é a que mais foi atingida pela nova gripe e pela comum. No boletim divulgado nesta quinta-feira a pasta confirma que o total de mortes pela doença no País subiu de 29 para 34. No Rio Grande do Sul, o número de óbitos subiu para 16. Em seguida vem São Paulo, com 12.

O ministério informou que não utilizará mais taxas de letalidade (número de mortes dividido pelo total de casos confirmados) para avaliar a evolução da doença. No lugar, além dos dados sobre gravidade da gripe, utilizará a taxa de mortalidade (número de mortes em relação a população do País), que atualmente está em 0,18/100 mil habitantes. Mudanças nos critérios para o acompanhamento da doença eram cobradas por especialistas desde que o ministério decidiu, no início do mês, fazer testes confirmatórios só em casos graves. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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