rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) detectado recentemente em perus em fazendas chilenas poderia ser o primeiro caso de transmissão de humanos infectados pelo vírus da doença para animais, segundo o presidente do Conselho Geral de Veterinários da Espanha, Juan José Badiola." / rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) detectado recentemente em perus em fazendas chilenas poderia ser o primeiro caso de transmissão de humanos infectados pelo vírus da doença para animais, segundo o presidente do Conselho Geral de Veterinários da Espanha, Juan José Badiola." /

Especialista diz que surto de nova gripe em perus vem de humanos infectados

O surto de ¿gripe suína¿ (http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) detectado recentemente em perus em fazendas chilenas poderia ser o primeiro caso de transmissão de humanos infectados pelo vírus da doença para animais, segundo o presidente do Conselho Geral de Veterinários da Espanha, Juan José Badiola.

EFE |

Badiola disse à Agência Efe que seria "estranho" que o contágio acontecesse através dos porcos, pois não há casos descritos desses animais infectados pelo A(H1N1) no Chile e, por isso, "o mais provável é que a transmissão tenha acontecido de humanos para perus".

O contágio, segundo ele, poderia ter sido originado de um funcionário da fazenda infectado pelo novo vírus.

As autoridades chilenas informaram ontem que tinham detectado e controlado um surto de gripe A em perus em duas fazendas na região de Valparaíso, depois que a empresa Sopraval comunicou a queda na produção de ovos.

A transmissão, segundo Badiola, era "previsível", já que os vírus de origem suína "são capazes de ultrapassar as barreiras das espécies" e este surto poderia acontecer em todas as partes do mundo onde houver um número considerável de pessoas infectadas e animais suscetíveis a serem infectados.

Para o analista, o risco de haver uma mutação no vírus A(H1N1) aumenta quanto maior for a taxa de propagação e multiplicação e sua capacidade para contagiar outras espécies.

O risco de transmissão da gripe para alimentos "é muito limitado", pois acontece por via respiratória, lembrou Badiola, que acrescentou, além disso, que estes vírus se tornam inativos pelo calor durante a preparação do produto.

Um dos riscos é que o A(H1N1), de baixa mortalidade, se recombine com o A(H5N1), da gripe aviária, que é "muito agressivo e que provocou um elevado número de óbitos".

Leia também:


Leia mais sobre: gripe suína

    Leia tudo sobre: gripe suínaomssaúde

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG