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Conselho de Medicina do Rio recomenda prorrogação maior das férias escolares

RIO DE JANEIRO - O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) está recomendando um prolongamento maior das férias escolares nas redes pública e privada até que o frio diminua e seja reduzida a incidência de gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1 pela OMS).

Agência Brasil |

    A preocupação com o alto índice de mortalidade levou o Cremerj a realizar, na noite dessa terça-feira (4), o Fórum sobre o Vírus Influenza A (H1N1). O fórum teve a participação de representantes das secretarias estadual e municipal e do Ministério da Saúde.

    Voltado para especialistas nas áreas de infectologia, pediatria, geriatria e obstetrícia, o encontro debateu temas como a política para controle e tratamento dos casos de gripe A e sua evolução epidemiológica no Estado do Rio.      

    O presidente do Cremerj, Luiz Fernando Soares Moraes, explicou que a recomendação de adiar o retorno às aulas pelo menos até o próximo dia 17 deve-se ao fato de a doença ainda estar bastante disseminada na capital. "O tempo está frio e entendemos que a aglomeração das crianças pode ser um fator de agravamento do quadro". 

    Para o presidente do Cremerj, dentro do possível, os governos estão adotando as medidas cabíveis. Está se tentando de tudo para resolver o problema, mas precisaremos de tempo bom para reduzir a incidência da gripe. Nós estamos vivendo esta epidemia - que ainda não está sobre controle, principalmente porque o tempo encontra-se frio em muitas partes do País por causa do inverno ¿ o que afeta principalmente os idosos, as crianças e as gestantes, disse Luiz Fernando Morais.             

    Ele negou que o conselho tenha demorado a tomar a decisão de mobilizar a classe para discutir a doença. O Cremerj está fazendo no tempo correto. Ele, primeiro, precisava ouvir os atores envolvidos, avaliar a situação e entende, por outro lado, que as medidas tomadas pelas secretarias estadual e municipal vêm sendo adequadas para a crise. O que estamos dando é uma contribuição a mais para a solução do problema.

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