rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) no Distrito Federal mais do que triplicou em duas semanas, passando de 55 para 188. O boletim divulgado nesta sexta-feira pela Secretaria de Saúde do DF também indica que há 300 pacientes com suspeita da doença. Até o momento, o órgão registrou uma morte provocada pelo vírus Influenza H1N1." / rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) no Distrito Federal mais do que triplicou em duas semanas, passando de 55 para 188. O boletim divulgado nesta sexta-feira pela Secretaria de Saúde do DF também indica que há 300 pacientes com suspeita da doença. Até o momento, o órgão registrou uma morte provocada pelo vírus Influenza H1N1." /

Casos no Distrito Federal aumentam, mas secretário diz que não há motivo para alarde

BRASÍLIA - O número de casos confirmados de gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) no Distrito Federal mais do que triplicou em duas semanas, passando de 55 para 188. O boletim divulgado nesta sexta-feira pela Secretaria de Saúde do DF também indica que há 300 pacientes com suspeita da doença. Até o momento, o órgão registrou uma morte provocada pelo vírus Influenza H1N1.

Agência Brasil |

De acordo com o secretário adjunto de Saúde do DF, Florêncio Cavalcante, o aumento de casos preocupa, mas não é motivo para "alarmar" a população. Durante entrevista coletiva, ele avaliou que o DF está em uma posição confortável se comparada à de outras unidades federativas, já que o que mais preocupa é a mortalidade provocada pelo vírus.

"Estamos preocupados, mas tranquilos diante das medidas adotadas, disse, ao se referir a contratações de profissionais de saúde, à ampliação da jornada de trabalho e autorização de horas extras. O foco da estratégia, segundo ele, consiste em dar credibilidade aos centros de saúde e desafogar os hospitais.

"Temos percebido um aumento progressivo na procura por hospitais. A comunidade continua assustada e preocupada, mas o hospital não é o local adequado para ir, ressaltou. De acordo com o secretário, a partir da próxima segunda-feira (24), ambulâncias vão fazer o transporte de pessoas com suspeita da doença dos centros de saúde para os hospitais e também de pacientes com outras patologias dos hospitais para os centros de saúde.

Inicialmente as medidas vão valer apenas para quatro centros de saúde: dois da Asa Norte, região central de Brasília; um de Ceilândia e um de Samambaia, cidades do Distrito Federal. Cavalcante destacou, entretanto, que, se essas ações não conseguirem desafogar os hospitais, o transporte em ambulâncias será estendido a mais cidades.

Na próxima semana, será lançado um edital para a contratação emergencial de 400 profissionais de saúde ¿ 240 clínicos, 100 pediatras e 60 especialistas em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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