rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) no município. Trata-se de uma mulher de 32 anos que morreu dia 30 de julho após receber atendimento em um hospital da rede pública de saúde. Ela apresentava outras doenças anteriores. Com isso, sobe para sete o número de vítimas fatais no município, entre 114 casos de contágio do vírus." / gripe suína - Gripe Suína - iG" / rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) no município. Trata-se de uma mulher de 32 anos que morreu dia 30 de julho após receber atendimento em um hospital da rede pública de saúde. Ela apresentava outras doenças anteriores. Com isso, sobe para sete o número de vítimas fatais no município, entre 114 casos de contágio do vírus." /

Campinas confirma sétima morte por gripe suína

SÃO PAULO - A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou mais uma morte devido à gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) no município. Trata-se de uma mulher de 32 anos que morreu dia 30 de julho após receber atendimento em um hospital da rede pública de saúde. Ela apresentava outras doenças anteriores. Com isso, sobe para sete o número de vítimas fatais no município, entre 114 casos de contágio do vírus.

Redação |

AE

Pessoas usam máscaras por precaução

Campinas ainda investiga cinco mortes suspeitas de doença respiratória aguda grave. Os exames destes pacientes estão sendo processados.

Como a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo não forneceu detalhes das vítimas dos últimos balanços, não é possível afirmar com exatidão quantas mortes o Estado contabiliza. Mas, há ao menos 50 casos em São Paulo e 129 no País.

Outras mortes no Estado

Mais cedo, a Secretaria de Saúde de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, confirmou a primeira morte causada pela "gripe suína". A vítima, um homem de 36 anos, foi internada com os sintomas da gripe e morreu nesta terça-feira. O filho do paciente também foi infectado, mas já teve alta e passa bem.

Em Guaratinguetá, também no interior do Estado, a prefeitura informou que um menino de 7 anos morreu em decorrência da gripe no último dia 27. De acordo com o comunicado da Secretaria de Saúde, a família da vítima passa bem e está sendo monitorada pela Vigilância Epidemiológica do município.

Pandemia

A Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou 162.380 casos de "gripe suína" em 168 países (incluindo territórios ultramarinos e comunidades) até o último dia 31. Foram confirmadas 1.154 mortes no período.

Todos os continentes foram afetados pela pandemia, de acordo com a OMS. Até o último dia 26, foram detectados seis casos da doença resistentes ao oseltamivir (princípio ativo do medicamento usado no combate à gripe suína). Os casos foram registrados na Dinamarca, em Hong Kong, no Canadá e no Japão, que teve três casos resistentes. Os seis pacientes recuperaram-se da doença.

Protocolo para Tamiflu é o mesmo

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse nesta terça-feira que o Ministério da Saúde não flexibilizou o protocolo para indicação do tratamento da gripe suína  com o antiviral oseltamivir (com nome comercial de Tamiflu).

"Não há nenhuma flexibilização, o protocolo não muda em absolutamente nada", ressaltou o ministro, ao pedir para fazer um pronunciamento antes da entrevista coletiva concedida em Curitiba.

"Apenas o Ministério da Saúde está acrescentando no seu protocolo que toda e qualquer prescrição fora do padrão que o ministério estabelece, a decisão tem que ser tomada em conjunto pelo médico responsável, pela autoridade sanitária local, imaginando que possam existir situações muito específicas que justifiquem condutas A, B ou C", continuou. "São exceções, não rotinas; excepcionalidade, não o dia a dia." De acordo com ele, esse adendo foi colocado a pedido das sociedades médicas e dos especialistas.

Temporão ressaltou ter visto a informação sobre a flexibilização em noticiários da televisão e em jornais. "Quero dizer em alto e bom som que isso não existe, não sei de onde surgiu esse ruído", repetiu. Ele acentuou que isso precisava ficar bem claro, a fim de evitar que a população tenha a "falsa impressão" de que agora todo mundo com sintoma de gripe vai poder pegar o remédio e se tratar. "Não vai acontecer isso, porque seria uma situação de grave irresponsabilidade", acrescentou.

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