SÃO PAULO - O número de mortes em decorrência da gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) aumentou para 368 no Brasil, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira.

O Ministério ressaltou que as mortes divulgadas nesta nova contagem ocorreram no período entre 8 e 15 de agosto e que eventuais novos óbitos divulgados pelas secretarias estaduais e municipais serão incluídos no próximo boletim.

Entre essas pessoas que morreram, 50,3% (185) tinham algum fator de risco, como doenças metabólicas e respiratórias, cardiopatias crônicas, hipertensão arterial e imunodepressão (pessoas com o sistema imunológico debilitado, como pacientes de câncer e aids), além de gestação.

A Secretaria Estadual de Saúde do Mato Grosso do Sul confirmou nesta terça a primeira morte pela nova gripe no Estado. A vítima, uma mulher de 24 anos do município de Três Lagoas, faleceu no dia 3 de agosto, de acordo com a secretaria.

Mais cedo, Ribeirão Preto e São Bernardo do Campo, no Estado de São Paulo, também confirmaram mortes por "gripe suína" . Com 151 vítimas fatais, São Paulo é o Estado com maior número de óbitos pela doença no Brasil.

No Rio Grande do Sul, foram oito novas confirmações de mortes nesta terça-feira. O Estado soma agora 78 óbitos, segundo dados da Secretaria de Saúde.

Leia também:

Leia mais sobre: gripe suína

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.