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Brasil tem 2ª menor taxa de mortalidade pela gripe suína entre 15 países, diz governo

BRASÍLIA - Segundo relório divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira, o número oficial de óbitos causados pela gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) notificados no mundo revela que o Brasil tem a 14ª taxa de mortalidade entre os 15 países com o maior número absoluto de mortes.

Redação com agências |


Com 192 registros notificados, o país apresenta uma taxa de 0,09 óbitos em cada grupo de 100 mil habitantes, maior apenas que a do Reino Unido ¿ 40 mortes e índice de 0,06 por 100 mil.

AE

Gestante procura por atendimento na tenda do Hospital Miguel Couto, no Rio

Países vizinhos, Argentina (0,83) e Uruguai (0,65) têm as maiores taxas, seguidos de Costa Rica (0,61), Chile (0,57) e Austrália (0,46). Em todo o mundo, foram notificados, até esta data, 1.882 óbitos em 48 países. As informações são do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças.

Levando-se em conta o total de mortes notificadas no país, 192, o Brasil fica atrás apenas de Estados Unidos, 436, e Argentina, 338. Segundo o diretor da Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, o número não é motivo de pânico.

"O governo lamenta cada morte, mas lembra à população que não há motivo para pânico. A doença, repito, na grande maioria dos casos, apresenta sintomas leves. Portanto, ao sentirem qualquer sintoma de gripe, as pessoas devem procurar imediatamente o médico de confiança, não os hospitais, que além de não serem o melhor lugar para tratar gripe, devem estar livres para atender aos casos graves. E a rede de saúde do país está preparada para isto: são 1.978 leitos de UTI, em 68 hospitais de referência".

Novas medidas

As grávidas foram o centro de novas medidas de combate à doença anunciadas nesta quarta-feira, após os governos de Rio de Janeiro e Minas Gerais decidirem afastar as servidoras gestantes do contato com o público e, em alguns casos, licenciá-las de suas funções.

"Nós estamos recomendando às empresas privadas com grávidas que têm contato com o público que as preservem", afirmou o secretário Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes. "Ou elas devem ser remanejadas e, se não for possível, sejam colocadas de licença até 28 de agosto".

Para as servidoras do Rio, a ordem é que as funcionárias públicas grávidas fiquem em casa até 28 de agosto. Nove gestantes morreram pela doença no Estado, que registra 37 óbitos, dois deles confirmados nesta quarta-feira --um homem de 49 anos e uma mulher de 22 anos.

AE

Movimento de pacientes com sintomas da 'gripe suína' em unidade de São Paulo

Em Minas Gerais, funcionárias grávidas da rede estadual de ensino serão afastadas por tempo indeterminado a partir de segunda-feira. O Estado contabiliza três mortes pela nova doença.

"Essa é uma medida preventiva, já que as gestantes têm se mostrado mais vulneráveis ao vírus da Influenza A H1N1 ", informou a Secretaria da Saúde em nota.

Na terça-feira, São Paulo já havia recomendado a transferência de funcionárias gestantes para áreas nas quais haja menor risco de contágio pela doença.

Segundo dados do Ministério da Saúde, das 192 mortes registradas pela doença no país até 8 de agosto, 106 (55,2%) tinham algum fator de risco. Estão no grupo de risco da nova gripe, além das grávidas, obesos, idosos ou pacientes com doenças anteriores ou em tratamento.

Ainda segundo o balanço do ministério, de todos os casos confirmados de "gripe suína" no Brasil, 8,5% são gestantes. A pasta informou também que, das 192 mortes no país, 28 eram de gestantes (14,5%).

Mortes

Nesta quarta-feira, o número de óbitos pela nova doença no Brasil chegou a 275, com a confirmação de novas mortes em São Paulo, Paraná e Minas Gerais. O total de mortes baseia-se nos dados informados pelas secretarias estaduais de Saúde.

No Paraná, foram confirmadas 19 novas vítimas. O Estado, que soma 58 vítimas, ultrapassou o Rio Grande do Sul, que teve 55 mortes, e é agora o mais atingido em número de óbitos pela nova gripe no Sul do país.

Em Minas Gerais, foi confirmada a quarta vítima no Estado, e outras 17 mortes estão sob investigação. Em São Paulo, a Secretaria de Saúde informou que, desde sexta-feira, foram registradas 42 mortes no Estado, que já registra 111 óbitos.

* Com informações das agências Brasil e Reuters

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