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Brasil desenvolve exame para diagnóstico de gripe suína

Institutos brasileiros desenvolveram e devem testar na próxima semana o primeiro exame feito no País para diagnosticar infecções por gripe suína (rebatizada http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/04/30/oms+decide+mudar+nome+da+gripe+suina+5867916.html target=_topde gripe A H1N1). Fruto de uma parceria dos Institutos Oswaldo Cruz, Biomanguinhos, Carlos Chagas e Biologia Molecular do Paraná (IBPM), o teste é feito com a mesma metodologia dos exames importados - o PCR em tempo real. Na última terça-feira, o http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/07/14/gripe+suina+causa+a+quarta+morte+no+brasil+7294928.html target=_topBrasil registrou a quarta morte por gripe suína

Agência Estado |

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  • "Gripe suína" causa a quarta morte no País
  • O custo do produto nacional representa cerca de 10% do valor de mercado do teste importado. Mas, atualmente, o País não paga pelo kits - por se tratar de uma emergência mundial, o produto é doado pela Organização Mundial da Saúde.

    Depois de validado, o exame será ofertado para o Ministério da Saúde. Caberá ao governo a decisão de incorporá-lo ou não, afirmou o pesquisador Marco Aurélio Krieger, integrante do Instituto Carlos Chagas e do IBPM. Além de Krieger, foram responsáveis pelo projeto Marilda Siqueira, do Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz, e Antonio Ferreira, do Instituto Carlos Chagas.

    Por meio da assessoria de imprensa, o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, informou que a validação é uma etapa indispensável para a aplicação prática do novo exame. Caso ele não passe pela certificação, programada para ser realizada na próxima semana, os estudos devem continuar. Krieger conta que o trabalho para desenvolvimento do teste nacional começou há dois meses, logo depois da notícia dos primeiros casos da doença e da dificuldade de o País receber os primeiros kits importados.

    Quando foram confirmados no mundo os casos iniciais de "gripe suína", o Brasil teve de aguardar cerca de 20 dias para receber os kits de diagnóstico. Com a produção nacional, ganhamos maior autonomia. Podemos nos planejar e adaptar o volume de produção dos testes de acordo com a demanda.

    Krieger, no entanto, diz que a produção nacional é importante, mesmo que para isso seja preciso pagar pelo produto. Dominar a tecnologia é uma questão estratégica. É importante porque garantimos autonomia e agilidade para a produção do teste. Além dos kits, os institutos desenvolveram insumos e reagentes usados nos testes.

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