Quinze testemunhas são ouvidas em nova audiência do caso Bruno

Testemunhas de defesa prestam depoimento no fórum de Ribeirão das Neves (MG). Reús devem ser ouvidos entre os dias 8 e 10

iG São Paulo |

A juíza Lucimeire Rocha ouve, nesta quarta-feira, 15 testemunhas de defesa do goleiro Bruno Fernandes e de outros oito acusados do desaparecimento e já considerada morte de Eliza Samudio. A audiência acontece no fórum de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).

Além de Bruno, todos os acusados pelo assassinato da ex-amante do atleta, Luiz Henrique Romão, o Macarrão; Marcos Aparecido dos Santos, o Bola; Flávio Caetano; Elenilson Vitor da Silva; Wemerson Marques; Sérgio Rosa Sales; Fernanda Gomes de Castro e Dayanne de Souza participam da audiência.

De acordo com informações da assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça (TJ) de Minas Gerais, já está prevista para o dia 5 de novembro uma nova audiência, em Contagem, em que duas testemunhas devem ser ouvidas. Há uma audiência programada para acontecer também em Santos, no litoral paulista, no dia 10. O interrogatório dos réus deve acontecer entre os dias 8 e 10 deste mês.

"Eliza viva"

Na última terça-feira (26). após mais uma audiência do caso, Bruno e macarrão falaram à imprensa e disseram que Eliza "está viva" e deveria estar em São Paulo . "Eu jamais mataria, tenho duas filhas para criar. Da última vez ela falou que ia para São Paulo e ponto. Eu não sei dizer mais nada sobre essa pessoa", afirmou Bruno.

Macarrão disse que ninguém matou a ex-amante do amigo. “Eliza está viva e a polícia está procurando a pessoa morta. A polícia precisa procurar a pessoa vida. É por isso que não acha”, afirmou Macarrão.

Já o chefe do Departamento de Investigações da Polícia Civil de Minas , Edson Moreira, que presidiu o inquérito sobre o desaparecimento o morte da ex-amante do jogador, classificou de absurdas as declarações . O delegado afirmou que as equipes de investigação não desistiram de encontrar o corpo da vítima. "Não vamos descansar enquanto os restos mortais, ou simplesmente as cinzas, não forem localizados. Nem que isso seja a última coisa que façam."

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