Pedido de habeas corpus para Bruno chega ao TJ de Minas Gerais

Solicitação pode ser julgada ainda nesta quinta-feira pela Justiça

Alessandra Mendes, especial para o iG |

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais recebeu na noite desta quarta-feira (14) um pedido de habeas corpus para o goleiro Bruno. A solicitação foi enviada para o 1º Tribunal do Júri de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

A informação foi divulgada na manhã desta quinta-feira pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Segundo o órgão, o pedido foi feito por João Carlos Augusto Melo e enviado por email.

O TJ-MG não soube informar se a pessoa que solicitou o habeas corpus é integrante da defesa de Bruno. De acordo com o tribunal, a princípio, qualquer cidadão pode fazer essa solicitação. O TJ-MG informou apenas que João Carlos é do Rio de Janeiro.  

O habeas corpus pode ser julgado ainda nesta quinta-feira (15), quando a Justiça deve decidir pela liberdade ou não do jogador. Bruno está preso sob suspeita de envolvimento no sumiço e possível assassinato de Eliza Samudio, com quem teve um relacionamente extraconjugal. 

Ércio Quaresma, o advogado do goleiro, é também defensor de Dayanne de Souza (mulher de Bruno), Luiz Henrique Romão (amigo do goleiro, conhecido como Macarrão), Wemerson Marques (o Coxinha), Flávio de Araújo (o Flavinho) e Elenílson Vítor da Silva (caseiro do sítio de Bruno). Todos estão presos por suspeita de envolvimento no crime.

Primo de Bruno

Deve sair nesta quinta-feria a resposta do pedido de habeas corpus para Sérgio Rosa Sales Camelo, primo de Bruno e um dos suspeitos de participação no possível crime. O advogado de Sérgio, Marco Antônio Siqueira, entrou na quarta-feira com a solicitação junto ao 1º Tribunal do Júri de Contagem (BH). O Tribunal de Justiça de Minas Gerais deve analisar hoje o pedido, que pode garantir a liberdade de Sérgio, que vem contribuindo para as investigações do crime.

Foi ele quem contou para a polícia detalhes do cárcere privado de Eliza dentro do sítio de Bruno, em Esmeraldas, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Através da informação foi possível coletar mais vestígios do crime: uma mancha de sangue em um colchão e fios de cabelo que estão sendo submetidos a exames periciais.

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