Noiva de Bruno reafirma que foi ameaçada por advogado de Bruno

Três testemunhas de defesa foram ouvidas; depoimentos serão enviados para a Justiça de Minas Gerais que julga o caso

iG Rio de Janeiro |

A audiência do processo que investiga a morte de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno, na qual inicialmente 11 testemunhas de defesa seriam ouvidas, terminou nesta sexta-feira no Rio de Janeiro com três testemunhas ouvidas.

Elas foram convocadas por carta precatória, mas somente 5 compareceram ao 4° Tribunal do Júri, no Centro do Rio. Todos os depoimentos serão enviados para a Justiça de Minas Gerais, onde é investigada a morte de Eliza. O goleiro está detido em Belo Horizonte (MG) e não acompanha os depoimentos.

Apesar da juíza Elizabeth Louro não divulgar os nomes dos convocados, pois o caso corre sob sigilo de justiça, a primeira pessoa foi reconhecida pelos jornalistas como a noiva do goleiro Bruno, Ingrid Oliveira.

Em seu depoimento, a noiva de Bruno voltou a afirmar que o advogado do atleta a ameaçou para não ser retirado do caso.

O segundo a depor foi o proprietário que que alugou o Flat onde Eliza Samudio permaneceu no Rio de Janeiro. De acordo com o seu depoimento, foi Luiz Henrique Romão, o Macarrão que pagou o aluguel.

A terceira pessoa a depor foi uma amiga de Eliza. Ela afirmou que Eliza contou a ela sobre a tentativa de aborto que foi forçada a fazer por Bruno e Macarrão.

As outras duas testemunhas foram dispensadas pela defesa.

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