Ministro do STJ diz que Bruno é perigoso e deve continuar preso

Superior Tribunal de Justiça negou nesta quinta pedido de liberdade feita pela defesa do ex-goleiro do Flamengo

Denise Motta, iG Minas Gerais |

AE
Bruno e Macarrão, após depoimento em Minas Gerais, em setembro deste ano: esta é a imagem mais recente do ex-goleiro do Flamengo
Por unanimidade, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou nesta quinta-feira (20) pedido de habeas corpus a favor do ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes de Souza.

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Ele está preso há um ano e três meses em Contagem, na Grande Belo Horizonte, por envolvimento no desaparecimento de sua ex-amante Eliza Samudio e aguarda julgamento, que deve ocorrer no início do próximo ano.

De acordo com informações da assessoria de imprensa do STJ, “o relator, ministro Sebastião Reis Júnior, afirmou que a periculosidade do réu é motivo idôneo para a manutenção da prisão cautelar”.

As alegações da defesa para pedir a liberdade do atleta foram que ele tem endereço fixo, entregou o passaporte à polícia e sustenta a família, além de que cinco dos nove acusados já estão em liberdade. O advogado de Bruno, Cláudio Dalledone Júnior, não foi localizado pelo iG para comentar a decisão do STJ.

Na sua decisão, o ministro do STJ destacou que o crime cometido pelo ex-goleiro “ultrapassa os limites da crueldade”, que houve divisão de tarefas entre os réus e que o corpo de Eliza sequer foi encontrado. Os outros ministros que acompanharam o relator foram Maria Thereza de Assis Moura, Og Fernandes e desembargador convocado Vasco Della Giustina.

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