Foi crime premeditado e friamente executado, diz delegado

Polícia mineira trabalha na análise de elementos que indicam a participação efetiva de Bruno na morte de Eliza Samudio

Gazeta Esportiva |

Os elementos analisados nas investigações dão à polícia de Minas Gerais a convicção de que Eliza Samudio foi morta de um jeito bárbaro. Mas o crime em Minas Gerais assusta e emociona até mesmo os experientes profissionais envolvidos no caso.

"Estamos chocados com essa monstruosidade descrita. Há um transtorno, um choque, estamos acostumados a lidar com esse tipo de homicídio", afirmou o chefe do Departamento de Investigações da Polícia Civil de Minas Gerais, o delegado Edson Moreira, em entrevista coletiva nesta quinta-feira. "Foi um crime premeditado, planejado e friamente executado", emendou.

AE
Delegado mostra foto do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, suspeito de ter assassinado Eliza
Neste momento, a polícia mineira trabalha na análise de elementos que indicam a participação efetiva de Bruno na morte de Eliza ao lado de seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, do próprio primo do atleta de 17 anos. "É um crime chocante, um ídolo como o Bruno, de um grande time", reforçou Edson Moreira.

A polícia mineira fez o pedido da prisão temporária do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, conhecido pelos apelidos de Neném, Bola e Paulista, o dono da casa na região de Vespasiano (MG) em que Eliza supostamente foi levada. Ele é suspeito de ter assassinado e desossado a jovem. "A pessoa que fiz isso com essa moça é um monstro", encerrou Edson Moreira.

Mudança e transferência

O goleiro Bruno terá um outro advogado para a sua defesa contra a acusação do desaparecimento de Eliza Samudio. Nesta quinta-feira, Michel Assef Filho anunciou que está fora do caso.

O advogado informou a Bruno de sua decisão na manhã desta quinta-feira, na sede da Divisão de Homicídios do Rio (DH), na zona oeste do Rio de Janeiro. Michel Assef Filho alega que tem uma imagem muito forte ligada ao Flamengo. Ércio Queresma, que está na defesa de Macarrão e outros envolvidos no caso, também irá trabalhar com o goleiro do Flamengo.

Aliás, Bruno e Macarrão foram encaminhados para o presídio de Bangu 2 .

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