Advogado de defesa, Ércio Quaresma deve recorrer ainda nesta sexta-feira

O advogado de defesa do goleiro Bruno Fernandes, Ércio Quaresma, deve recorrer ainda nesta sexta-feira (16) da decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que negou o pedido de habeas corpus do goleiro e de outros seis suspeitos.

A resposta foi dada durante a noite de ontem, depois do julgamento do desembargador Doorgal Andrada, da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. O mérito do habeas corpus ainda será julgado pelos integrantes da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça.

De acordo com o TJ-MG, Quaresma argumentou no pedido do habeas corpus que "a menos que seja absolutamente necessário, não se deve mandar um criminoso para a cadeia. A prisão não deve funcionar como uma satisfação dessa pulsão primitiva que os ser humano tem pela vingança".

Segundo consta em nota no site do Tribunal, o advogado defende o princípio da presunção da inocência. Segundo Quaresma, "no presente caso, salvo a necessidade de se torturar física e psicologicamente os suspeitos, nada mais justifica o encarceramento deles, em especial do ora paciente".

Além de Bruno, continuam presos, Dayanne de Souza (mulher do jogador), Luíz Henrique Romão (amigo de Bruno conhecido como Macarrão), Wemerson Marques (o Coxinha), Flávio Caetano de Araújo (o Flavinho), Elenílson Vítor da Silva (caseiro do sítio do goleiro), e Sérgio Rosa Sales (primo do jogador). Todos constavam no pedido de habeas corpus que foi negado pelo TJ-MG.

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