Cinco suspeitos do caso Eliza têm sigilo telefônico quebrado

Objetivo é saber localização deles nos dias em que Eliza saiu do Rio para Belo Horizonte

Alessandra Mendes, especial para o iG |

A Polícia Civil de Minas Gerais deve trabalhar nos próximos dias com mais informações importantes na investigação sobre o desaparecimento e possível assassinato de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno. A Justiça autorizou a quebra do sigilo telefônico de cinco suspeitos de envolvimento no suposto crime. São eles: o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola; Elenilson Vítor da Silva, administrador do sítio de Bruno; Wemerson Marques, o Coxinha; Flávio Caetano de Araújo; e o adolescente J. de 17 anos, primo do goleiro.

A solicitação foi feita nesta quarta-feira (14) pelos delegados que conduzem as investigações e deferido pela juíza Marixa Rodrigues, do Tribunal do Júri de Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O objetivo da polícia é cruzar os dados obtidos através das conversas telefônicas dos suspeitos e saber suas localizações nos dias em que Eliza teria saído do Rio de Janeiro e seguido para Minas Gerais. Isso será possível através das estações rádio base (ERBs) utilizadas por eles para fazer as ligações.

No dia 29 de junho, a Justiça já tinha autorizado a quebra do sigilo telefônico de Eliza Samudio, Dayanne de Souza (mulher de Bruno) e Luiz Henrique Romão, amigo do jogador conhecido como Macarrão. O único que ainda não teve o sigilo telefônico quebrado foi Bruno.

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