Caso Bruno

Veja em imagens passo a passo o crime envolvendo o goleiro Bruno, do Flamengo, e sua ex-amante Eliza Samudio

iG São Paulo | 13/07/2010 19:44 - Atualizada em 28/06/2011 17:50

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<span>Em outubro de 2009, grávida de 5 meses, Eliza Samudio registra ocorrência contra Bruno, alegando que o goleiro a havia obrigado a tomar remédio abortivo</span> - <strong>Foto: Marcelo Theobald/Agência O Globo</strong> <span>Oito meses depois, Eliza desaparece.  Só em 24 de junho, a polícia recebe denúncia de que ela havia sido espancada e morta no sítio de Bruno. bebê também estaria no local</span> - <strong>Foto: Marcelo Theobald/Agência O Globo</strong> <span>Em 8 de junho, antes da denúncia e após o sumiço, Range Rover do goleiro é apreendida em blitz. Vestígios de sangue encontrados são de Eliza, aponta perícia</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Fachada do Condomínio Turmalina, em Esmeralda, região metropolitana de BH, onde fica o sítio do goleiro. No dia 28 de junho, polícia vasculha o local</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Na ação na casa do sítio, são encontradas fraldas, roupas femininas e uma passagem aérea com nome ilegível. Polícia coloca Bruno como maior suspeito do desaparecimento</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Em 26 de junho, bebê é localizado na periferia de Contagem e entregue a Luiz Carlos Samudio, pai de Eliza, e sua mulher, que levam criança para Foz do Iguaçu no dia 27</span> - <strong>Foto: AE/JOEDSON ALVES</strong> <span>Em 1º de julho, o goleiro Bruno quebra silêncio e fala com jornalistas no Rio sobre o caso. Ele afirma que não via Eliza havia 3 meses</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>No dia 4 de julho, a polícia recebe denúncia de que o corpo de Eliza teria sido abandonado na Lagoa Suja, em Ribeirão das Neves. Nenhum vestígio é encontrado</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Em 6 de junho, um tio de um primo de Bruno revela à polícia que o menor J. participou do desaparecimento de Eliza. Polícia o encontra na casa de Bruno, no Rio</span> - <strong>Foto: iG São Paulo</strong> <span>Adolescente J. é levado para a delegacia. Em seu depoimento, diz que Eliza foi morta em uma casa em Vespasiano, região metropolitana de Belo Horizonte</span> - <strong>Foto: Genilson Araújo/Agência O Globo</strong> <span>VERSÃO DO MENOR: J. conta à polícia que Eliza leva três coronhadas dentro da Range Rover no caminho do Rio a Belo Horizonte</span> - <strong>Foto: Arte/iG</strong> <span>VERSÃO DO MENOR: Bruno chega ao sítio e pede a Macarrão (braço direito de Bruno) e Sérgio (primo de Bruno) para resolverem o ' problema' </span> - <strong>Foto: Arte/iG</strong> <span>VERSÃO DO MENOR: Eliza é obrigada por Sérgio a ligar para uma amiga e dizer que ela e o bebê estão bem</span> - <strong>Foto: Arte/iG</strong> <span>VERSÃO DO MENOR: Macarrão, o menor J., Sergio, Eliza e o bebê vão para Vespasiano no dia 9. VERSÃO DA POLÍCIA: Eliza é levada para o local no dia 10</span> - <strong>Foto: Arte/iG</strong> <span>VERSÃO DO MENOR: Bola, ex-policial e ex-segurança de Bruno,  amarra os braços e dá uma gravata em Eliza, mantando a jovem</span> - <strong>Foto: Arte/iG</strong> <span>VERSÃO DO MENOR:  Bola carrega um saco e vai em direção ao canil. O ex-policial atira a mão de Eliza para quatro cachorros da raça rotweillers comerem</span> - <strong>Foto: Arte/iG</strong> <span>VERSÃO DO MENOR: Bruno diz a Macarrão, J. e  Sérgio: ' Acabou o tormento' </span> - <strong>Foto: Arte/iG</strong> <span>Em 7 de julho, após depoimento de J., polícia decreta prisão de Dayanne Souza, mulher de Bruno, e outras seis pessoas incluindo o goleiro</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Policiais cumprem mandado de busca e apreensão em casa de Dayanne Souza após sua prisão</span> - <strong>Foto: Anderson Dezan, iG Rio de Janeiro</strong> <span>Polícia faz buscas na casa de Bola, em Vespasiano, região metropolitana de Belo Horizonte</span> - <strong>Foto: Futura Press</strong> <span>Menor participa de reconhecimento do local onde teria acontecido o crime</span> - <strong>Foto: iG São Paulo</strong> <span>Após matar a jovem, Bola, segundo o adolescente, teria jogado partes de seu corpo a cães da raça rottweiler, apreendidos no local pela polícia</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Bruno, que ficou um tempo foragido após ter prisão temporária decretada, apresenta-se no final da tarde do dia 7 de julho na Polinter</span> - <strong>Foto: Agência Estado</strong> <span>Luiz Henrique Ferreira Romão, Macarrão, amigo do goleiro, se entrega à polícia. Segundo J., ele é responsável pelo desaparecimento de Eliza</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>No dia 7 de julho, o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos (de touca ninja), o Bola, é preso pela polícia civil de Belo Horizonte. Ele é acusado de ter matado Eliza</span> - <strong>Foto: Agência Estado</strong> <span>Bruno e Macarrão são levados a Bangu 2, no Rio, onde ficam presos antes da transferência para BH</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Bruno chega ao Departamento de Investigações de Belo Horizonte, que investiga o caso</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>No dia 9 de julho, o goleiro Bruno é fichado na polícia e fica preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, na Penitenciária Nelson Hungria em Contagem, Minas Gerais</span> - <strong>Foto: Agência Estado</strong> <span>Bruno é escoltado por policiais ao chegar à Divisão de Investigações para prestar depoimento. Ele, no entanto, se recusa a falar</span> - <strong>Foto: Futura Press</strong> <span>Entrada do sítio onde a polícia procurou o corpo de Eliza Samudio. O local é alugado por Bola</span> - <strong>Foto: Bruna Fantti e Daniel Gonçalves, especial para o iG</strong> <span>Sítio alugado pelo ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, em Esmeraldas. A polícia ainda não encontrou o corpo de Eliza</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Mãe de Eliza, Sônia Fátima Moura consegue a guarda provisória do neto. O pai de Eliza, que estava com o bebê, responde a um processo por estupro</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>No dia 14, perícia volta à casa de Bola com técnicos da UFMG. Eles usam um equipamento chamado GPR, que faz varreduras no solo e paredes da residência</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Polícia e peritos vão ao sítio do goleiro Bruno, no dia 14, para buscas de pistas do paradeiro de Eliza. Sangue é encoltrado em colchão</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>O programa Frantástico (Globo) exibe imagens de vídeo gravado por investigador no avião que levou Bruno para BH. Ele atribui a Macarrão o desaparecimento de Eliza</span> - <strong>Foto: Reprodução</strong> <span>Delegados tentam, no dia 19 de julho, ouvir Bruno. Mais uma vez, orientado por seu advogado, goleiro mantém silêncio. Delegadas são afastadas após vazamento de vídeo</span> - <strong>Foto: Futura Press</strong> <span>Ex-amante de Bruno, Fernanda Gomes Castro vai ao Departamento de Investigações, em BH,  para prestar depoimento no dia 20 de julho. Ela nega contato com Eliza </span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Bruno sorri ao sair de Juizado, em Contagem, onde participou de audiência de instrução e julgamento do adolescente J. no dia 22 (Foto: Alex de Jesus/O Tempo/Futura Press)</span> - <strong>Foto: Futura Press</strong> <span>No dia 22, o Programa do Ratinho (SBT) mostra conversa de Bruno com agente penitenciário dentro da prisão. Ele diz que conhece Bola (informação negada por advogados)</span> - <strong>Foto: Reprodução</strong> <span>Dia 29, polícia diz que Bruno será indiciado por homicídio, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver, formação de quadrilha e corrupção de menores</span> - <strong>Foto: Agência Estado</strong> <span>Promotor Gustavo Fantini denuncia Bruno por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado na forma qualificada, ocultação de cadáver e corrupção de menor</span> - <strong>Foto: Agência Estado</strong> <span>O goleiro e mais oito acusados do crime têm prisão preventiva decretada no dia 5 de agosto</span> - <strong>Foto: Agência Estado</strong> <span>Em setembro, Bruno foi conduzido ao IML de Minas Gerais antes de seguir para o presídio</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>No dia 17 de setembro, Bruno foi ao Rio participar de audiência do processo de lesão corporal e sequestro de Eliza. Lá, ele desmaiou pela 1ª vez em uma audiência</span> - <strong>Foto: Futura Press</strong> <span>De volta a Minas Gerais, Bruno voltou a desmaiar durante audiência do processo sobre o desaparecimento e morte - presumida -  de Eliza Samudio</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Os nove envolvidos no desaparecimento de Eliza Samudio no Fórum de Contagem, para audiência sobre o sumiço da modelo</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Bruno é levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência após ter um novo mal-estar durante audiência em Contagem</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Flávio Caetano de Araujo, motorista do goleiro Bruno, em depoimento no Fórum de Contagem. Ele mudou sua versão afirmou que conhecia Eliza Samudio</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Sérgio Rosa Sales é interrogado no Fórum de Contagem. Ele pede para trocar de advogado e diz que foi torturado por policiais para incriminar envolvidos no caso</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Após discussão de juíza com advogado, Macarrão opta por não depor</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Bola é interrogado pela juíza no Fórum de Contagem. Ele negou ter cometido o crime e afirmou que nunca viu nenhum dos acusados de matar Eliza Samudio</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Ex-namorada do goleiro Bruno, Fernanda Castro presta depoimento. Ela também muda sua versão e afirma ter conhecido Eliza</span> - <strong>Foto: Agência Estado </strong> <span>Penitenciária Nelson Hungria, onde Bruno está preso. Ele e Macarrão foram condenados pelo sequestro de Eliza. Os réus vão a júri popular pela morte, presumida, da modelo</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Fernanda, ex-namorada; Dayanne, ex-mulher; Elenilson, caseiro; e Coxinha, amigo, são soltos em 18 de dezembro e aguardarão pelo julgamento em liberdade</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Advogado Claudio Dalledone Júnior (d) e Patrick Berriel, que defendem Bruno, tentaram vários pedidos de liberdade na Justiça. No dia 17 de maio, STJ negou o último pedido</span> - <strong>Foto: AE</strong> <span>Em junho de 2011, Bruno participou de uma audiência em Belo Horizonte e acusou um delegado e uma juíza de extorsão</span> - <strong>Foto: AE</strong>

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