Casamento 'congela' investigação sobre desaparecimento de Eliza

Cúpula da polícia civil participou da festa de matrimônio do chefe da Divisão de Crimes Contra a Vida a 600 km de Belo Horizonte

Alessandra Mendes, especial para o iG |

Ao contrário do que se viu durante toda a semana, o Departamento de Investigações (DI) está vazio neste fim de semana. Poucos policiais de plantão trabalham na delegacia e o movimento nem chega perto daquele que se viu na chegada do goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, e do amigo dele Luíz Henrique Romão (o Macarrão).

Até os principais delegados que conduzem a investigação do desaparecimento e assassinato de Eliza Samudio, ex-amante de Bruno, deram uma trégua no trabalho incessante. O maior motivo é o casamento do chefe da Divisão de Crimes Contra a Vida, Wagner Pinto. Um dos padrinhos é o chefe do Departamento de Investigações, Edson Moreira. Ambos estão em Unaí, no norte de Minas Gerais, a cerca de 600 km da capital mineira.

Sem peças fundamentais, as diligências, depoimentos e buscas só devem voltar a acontecer a partir da próxima segunda-feira (12). Nesta semana deve sair o resultado de laudos periciais importantes para o prosseguimento do inquérit´. Laudos que, segundo expectativa da polícia, podem corroborar o envolvimento de Bruno e todos os outros no assassinato de Eliza Samudio.

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