Para polícia, documento não vale como prova já que é anônimo

A Polícia Civil descartou nesta sexta-feira a possibilidade de usar como elemento nas investigações do suposto assassinato de Eliza Samudio uma carta que seria de uma empregada que estaria no sítio de Bruno durante o cárcere privado da ex-amante do goleiro. O chefe do Departamento de Investigações, Edson Moreira, disse que o documento não vale como prova já que é anônimo e pode ter sido escrito por qualquer um.

O conteúdo da carta, já informado pelo iG , traz novos elementos sobre o crime, que contradizem os depoimentos e informações que já constam no inquérito. "A carta não tem valor legal e veio para tumultuar as investigações", afirmou Moreira.

As três páginas escritas à mão foram entregues a uma emissora de televisão de Belo Horizonte. Nesta sexta-feira (16), o documento foi encaminhado para os delegados. Segundo a polícia, a autora da carta não será procurada e a versão criada nela não servirá como base no curso das investigações.

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