Menor sai com rosto encoberto após audiência que irá decidir como ele responderá pelo caso Eliza Samudio

Bruno sorri na saída do Juizado, em Contagem (Foto: Alex de Jesus/O Tempo/Futura Press)
Futura Press
Bruno sorri na saída do Juizado, em Contagem (Foto: Alex de Jesus/O Tempo/Futura Press)
O goleiro Bruno participou como testemunha de audiência de instrução e julgamento do adolescente J., de 17 anos, no Juizado da Infância e Juventude, em Contagem, Minas Gerais, na tarde desta quinta-feira. Bruno, mais uma vez, ficou calado e, ao deixar o local após 20 minutos, foi chamado de "assassino" por cerca de 200 pessoas que se aglomeraram na porta. Ele sorriu.

Além do goleiro, Luiz Henrique Romão (Macarrão) o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos (Bola) e Sérgio Rosa Sales, acusados de estarem envolvidos no sequestro e suposto assassinato de Eliza Samudio, também foram chamados para a audiência na condição de testemunhas.

Macarrão e Bola também ficaram calados na audiência. O único que respondeu às perguntas do juiz Elias Charbil foi Sérgio Sales, que permaneceu no Juizado durante uma hora.

O menor J. teve a companhia de sua mãe durante as duas horas que durou a audiência de instrução e julgamento. Ela irá decidir como ele responderá por sua participação no crime. Ele saiu do local cobrindo o rosto com um pano branco.

Também acompanharam a audiência três representantes da Ordem dos Advogados do Brasil de Minas Gerais, além do juiz, o promotor, o advogado do menor e o escrevente.

O Juizado tem até 35 dias para decidir como o menor irá responder às acusações.

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