Audiência sobre sequestro de Eliza ocorre a portas fechadas

Cinco testemunhas do Ministério Público serão ouvidas; Bruno e Macarrão acompanham depoimentos

Alessandra Mendes, especial para o iG |

Marcada para às 14h desta quinta-feira (26), começou com 45 minutos de atraso a audiência de instrução e julgamento do processo em que o goleiro Bruno Fernandes e seu amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, são acusados pelos crimes de sequestro e lesão corporal contra Eliza Samudio, no Fórum de Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro.

André Ricardo
Viaturas com Bruno e Macarrão entram na garagem subterrânea do fórum
No total, o juiz Marco José Mattos Couto ouvirá cinco testemunhas chamadas pelo Ministério Público. São elas: Milena Baroni Fontana - amiga de Eliza -, Maria Aparecida Mallet - titular da Delegacia de Atendimento à Mulher -, Carlos da Conceição Freitas e Matheus Laguer Dantas - porteiros do prédio “Varanda da Barra”, onde o Bruno morava -, e um jornalista do jornal carioca "Extra". O repórter fez uma gravação mostrando Eliza na porta da delegacia no dia em que prestou queixa.

Bruno e Macarrão não prestarão depoimento, mas vão estar presentes em todas as oitivas. As testemunhas de defesa serão interrogadas em outra oportunidade, com data ainda não definida.

Em uma rápida conversa com repórteres antes de entrar na sala de audiência, o advogado de Bruno e Macarrão, Ércio Quaresma, afirmou que não acredita que haja evdências para incriminar seus clientes nos crimes em que são acusados. Já Márcio Carvalho, que também integra a defesa de Bruno, disse que há contradição nos depoimentos das testemunhas.

Bruno e Macarrão chegaram por volta do meio-dia ao fórum , em um comboio composto por três viaturas da Polícia Civil, após passarem no Instituto Médico Legal (IML) para realização de exame de corpo de delito. Os veículos entraram pelo estacionamento subterrâneo, que dá acesso à carceragem do fórum. Muitos curiosos estão no entorno, inclusive torcedores do Flamengo vestindo a camisa que o atleta usava quando atuava no clube rubro-negro.

Os dois devem ficar 30 dias no Complexo Penitenciário de Bangu, zona oeste do Rio, antes de retornar para Minas Gerais. Nesse período, eles irão participar de outras audiências sobre o caso.

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