Amigos de Bruno ficam em silêncio durante depoimento

Suspeitos se negaram a responder perguntas e irão falar só em juízo

Alessandra Mendes, especial para o iG |

Os delegados que investigam o desaparecimento e suposto assassinato de Eliza Samudio tentaram ouvir na tarde desta segunda-feira (12) quatro amigos do goleiro Bruno, mas os esforços foram em vão. Marcos Aparecido dos Santos (ex-policial civil conhecido como Bola), Elenílson Vítor da Silva, Wemerson Marques e Flávio de Araújo se negaram a responder as perguntas e afirmaram que só falam em juízo.

Segundo fontes ligadas às investigações, foram feitas 30 perguntas para Marcos, o Bola, que se manteve em silêncio durante todo o tempo. Eles foram orientados pelos advogados de defesa a não prestarem declarações sobre o que chamam de "suposto crime".

Tanto os defensores de Elenílson, Flávio e Wemerson, quanto o de Marcos, alegam que os clientes só vão falar depois que a defesa tiver acesso ao inquérito. Eles afirmam que os delegados estariam dificultando o acesso aos autos da investigação.

Ainda na tarde desta segunda-feira (12), Ércio Quaresma, advogado de Bruno e cinco outros suspeitos detidos, vai entrar com pedido de habeas-corpus no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A resposta deve sair ainda hoje e, assim, será decidido se Bruno, Dayanne (mulher do goleiro), Luiz Henrique (Macarrão), Elenílson, Flávio e Wemerson serão colocados ou não em liberdade.

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