Amigo de goleiro do Flamengo pode se entregar à polícia

Macarrão está foragido. Bruno também negocia com advogados para se entregar

Alessandra Mendes, especial para o iG |

Luíz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão, amigo do goleiro do Flamengo e suspeito de participação no desaparecimento de Eliza Samudio, pode se apresentar à polícia ainda hoje. O advogado dele, Ércio Quaresma, negocia a apresentação de Macarrão com o chefe do Departamento de Investigações, Edson Moreira. Segundo Quaresma, seu cliente pode se entregar à polícia desde que a prisão seja feita pelos policiais mineiros que estão no Rio de Janeiro. Bruno Fernandes, que assim como Macarrão é considerado foragido, também pode se apresentar à polícia, o que está sendo estudado com os advogados do jogador.

Até o momento a Justiça mineira decretou prisão temporária (de 30 dias prorrogáveis por mais 30) para sete envolvidos no desaparecimento de Eliza Samudio: Bruno Fernandes das Dores Souza, Luiz Henrique Ferreira Romão (o Macarrão), Dayanne Rodrigues do Carmo Souza (mulher do goleiro), Flávio caetano de Araújo (motorista do jogador), Wemerson Marques de Souza (vulgo Coxinha, amigo de Bruno), Elenílson Vítor da Silva (caseiro do sítio do goleiro) e Sérgio Rosa Sales camelo (que estaria dirigindo a Range Rover de Bruno quando o veículo foi apreendido no dia oito do mês passado.

Até o momento a polícia divulgou que somente Dayanne está presa. Mas fontes extra-oficias ligadas às investigações afirmam que outros já foram detidos pela polícia em Contagem e Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte.

O advogado e a mãe de Cleiton Gonçalves estiveram nesta manhã no Departamento de Investigações (DI), pois se cogitou a possibilidade de que Cleiton também tivesse mandado de prisão por envolvimento no caso. Mas o advogado dele, Lourivaldo Carneiro, afirmou que Cleiton não tem envolvimento com o caso e não há mandado de prisão expedido contra ele.

O chefe do DI, Edson Moreira, disse para a imprensa nesta manhã em uma coletiva que havia oito mandados de prisão para pessoas relacionadas com o caso. Mas o Tribunal de Justiça de Minas publicou em sua página na internet o nome de sete suspeitos. A polícia ainda não confirmou se haveria mesmo essa oitava pessoa, e quem seria. Moreira apenas justificou que os mandados foram expedidos porque os envolvidos estavam atrapalhando as investigações, forjando provas e aliciando testemunhas.

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