Defesa diz que cliente não é viciado em drogas

Marco Antônio Siqueira, advogado de Sérgio Rosa Sales, vai pedir à polícia que realize exame toxicológico em seu cliente. O objetivo é mostrar que o primo de Bruno, apontado como o homem que teria vigiado Eliza Samúdio no cativeiro, não é viciado em drogas. A defesa quer contestar informações que possam ser usadas na tentativa de desqualificar os depoimentos de Sérgio, que tem contribuído com a polícia.

Nesta segunda-feira (19), Siqueira vai encaminhar um requerimento ao Chefe do Departamento de Investigações de Homicídio, Edson Moreira, colocando Sérgio Rosa Sales à disposição para exames toxicológicos e também de material genético, para confrontar com vestígios de sangue encontrados durante a investigação.

Defesa não vai pedir habeas corpus

A defesa não vai entrar com pedido de habeas corpus em favor de Sérgio. De acordo com o advogado, a juíza da Vara do Tribunal do Júri de Contagem, Marixa Rodrigues, agiu com prudência negando o pedido de relaxamento de prisão feito por ele na semana passada. A alegação da magistrada foi de que o primo de Bruno ainda é necessário porque “suas declarações corroboram para elucidação dos fatos”.

Por fim, a juíza acrescentou que o auxílio prestado por S.R.S. ainda é necessário, uma vez que “suas declarações corroboram para a elucidação de parte dos fatos, o que, certamente, conta a seu favor. Todavia, nesse momento, entendo que o decreto acautelatório permanece lastreado nas razões e fundamentos que o determinaram”.

*Com Edilene Lopes

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