Defesa de Bola vai negar envolvimento do ex-policial na morte de Eliza Samudio

Por Agência Estado |

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Acusado de executar a ex-amante do goleiro Bruno Fernandes será julgado nesta segunda-feira (22) em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte

Agência Estado

O Globo/Reprodução
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Os advogados do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, vão negar qualquer envolvimento dele na trama que resultou na morte da amante do goleiro Bruno, Eliza Samudio. Bola será julgado nesta segunda-feira (22) em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, acusado se ser o executor de Eliza.

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"A situação dele é difícil, o trabalho será árduo, mas nós acreditamos na absolvição" , afirmou o advogado Fernando Magalhães, um dos três defensores do réu. Sobre o fato de o goleiro, condenado em março a 22 anos de prisão, ter citado nominalmente Bola como o homem que asfixiou Eliza, Magalhães disse que "Bruno apenas afirmou ter ouvido isso de Macarrão".

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Luiz Henrique Romão, o Macarrão, foi condenado em novembro, depois de ter confessado envolvimento parcial no crime. Ele foi sentenciado a 15 anos de prisão. "O Macarrão hora nenhuma citou o nome do Marcos Aparecido", disse Magalhães. 

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A expectativa dos advogados de Bola, cuja situação se complicou após o depoimento de Bruno ao Tribunal do Júri, e de que o julgamento dure de "de sete a dez dias". "Só para uma das testemunhas temos perguntas para 24 horas seguidas, afirmou.

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