Júri de Bruno é desmembrado e ex-goleiro será julgado em 2013

Novo julgamento está marcado para 4 de março. Juíza concedeu pedido de novo advogado de Bruno, que pediu tempo para analisar o processo

Carolina Garcia e Ricardo Galhardo - enviados a Contagem (MG) | - Atualizada às

Eugenio Moraes/Hoje em Dia/Futura Press
Ex-goleiro Bruno Fernandes só será julgado em março de 2013

Antes da abertura oficial dos trabalhos do terceiro dia de julgamento do Caso Bruno, os defensores do ex-goleiro pediram a palavra e anunciaram o que seria a nova estratégia . O novo advogado Lúcio Adolfo da Silva, incorporado à equipe de defesa, na noite de ontem (20), disse não ter conhecimento suficiente para representar Bruno Fernandes.

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Acolhendo o pedido, a juíza deu um prazo para o defensor se inteirar do processo. O goleiro então será julgado ao lado de Dayanne e Bola no dia 4 de março de 2013 . Apenas Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e Fernanda Gomes continuam no banco dos réus esta semana.

Lúcio Adolfo nega que houve manobra da defesa. "Fui chamado hoje. Não conheço o processo. Pedi para a juíza um prazo para analisar a matéria junto com o doutor Tiago Lenoir e o doutor Francisco Simim. E vamos fazer isso. Precisa de calma, tranquilidade, isenção. Não há estratégia. É uma necessidade."

Francisco Simim, que havia assumido a defesa após a saída de Rui Pimenta, no entanto, admitiu ser uma manobra para protelar o julgamento e tentar um habeas corpus. “Nós precisávamos tirar o Bruno desse processo agora porque tem um habeas corpus sendo julgado no Supremo (Tribunal Federal).”

Segundo Simim, apenas Lúcio Adolfo fica no caso. “Chamei o Neymar para reforçar o meu time. A partir de agora ele assume tudo." Portanto, Simim, Tiago Lenoir e Rodrigo Bizzotto deixam o caso.

O assistente de acusação Sidnei Karpinski, que representa o pai da Eliza Samudio, Luiz Carlos, agiu com indignação. Segundo ele, a manobra tem como objetivo esperar o julgamento de Macarrão para ver se ele assume toda a culpa e tentar a absolvição do Bruno em janeiro. “O réu Bruno teve um ato de desespero ao tomar esta iniciativa porque ele já está condenado.”

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