"Estou tranquilo", diz Bruno em julgamento

Ex-goleiro acompanha julgamento com os outros réus Dayanne e Fernanda. Macarrão passou mal e deixou plenário

Carolina Garcia - enviada a Contagem | - Atualizada às

Posicionados no canto direito do plenário, os réus Bruno Fernandes, Dayanne Rodrigues e Fernanda Gomes acompanham a primeira sessão do júri popular pelo desaparecimento de Eliza Samudio desde as 15h30. Todos os trabalhos são realizados no Fórum Criminal de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Luiz Henrique Romão (o Macarrão) também estava presente, mas pediu para ser retirado do plenário 20 minutos depois por não estar se sentindo bem.

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Bola pode ser julgado depois

O momento mais esperado pela plateia no salão do júri foi a entrada dos réus. Escoltados por agentes da Polícia Militar de Minas Gerais, Macarrão, Dayanne, Fernanda e Bruno reconheceram a existência de seus advogados e concordaram em dar início ao julgamento. Mais cedo, como a defesa de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, abandonou o plenário, ele foi orientado a não aceitar um defensor público. Seu caso então pode ser desmembrado e ele ganhou o prazo de 10 dias para nomear um advogado. Por isso, foi retirado do júri.

O que causou mais reações entre os presentes na plateia foi a entrada do ex-goleiro Bruno. Visivelmente mais magro e vestindo o tradicional uniforme vermelho da Suapi (Subsecretaria de Administração Prisional) com chinelos brancos, disse estar “tranquilo” ao ser questionado pela juíza. Logo depois, foi direcionado à primeira cadeira dos réus. Ele evita contato com os outros acusados, mas está sempre olhando em direção à plateia. A sessão é acompanhada por sua tia e noiva, Ingrid Calheiros.

Ao seu lado, está sentada sua ex-mulher Dayanne. Vestindo um terno branco, ela parece evitar contato visual com Bruno. No decorrer da audiência, mostrou-se calma e oscilou entre expressões de choro e alguns bocejos. Na segunda fileira, está Fernanda. Ainda com longos cabelos loiros, presos em uma trança lateral, ela entrou no plenário usando óculos de grau brancos e vestindo um terno preto. Em um momento de descontração, sua advogada (Carla Silene) passou oferecendo chiclete aos réus. Bruno foi o único que não aceitou.

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