Pai de Eliza Samudio oferecia a filha aos amigos, diz mãe em documentário de TV

Sônia Fátima de Moura, mãe da ex-amante do goleiro Bruno, disse em entrevista que  Luiz Carlos Samudio oferecia Eliza para favores sexuais aos amigos

Denise Motta -  iG Minas Gerais |

Eliza Samudio foi oferecida pelo próprio pai, Luiz Carlos Samudio, para favores sexuais a amigos dele. A informação é da mãe de Eliza, Sônia Fátima de Moura. Eliza foi amante do ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes de Souza, com quem teve um filho. Segundo denúncia aceita pela Justiça, ela teria sido morta por Bruno, que discordava da gravidez. Bruninho, fruto do relacionamento de Eliza e Bruno, atualmente é criado pela avó, mãe de Eliza.

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Sônia Fátima Moura, mãe de Eliza Samudio

Documentário exibido na noite desta terça-feira (21) mostrou depoimento de Sônia. Ela afirmou que a história de Eliza foi a mesma sofrida por ela. Sônia disse que separou-se de Luiz, ainda grávida, e que ele desejava que ela abortasse o bebê. O pai de Eliza foi condenado por estupro e está forgido desde o ano passado.

Eliza também foi pressionada por Bruno a fazer um aborto, mas insistiu na gravidez de Bruninho. Ela mesma prestou queixa contra o ex-goleiro no Rio de Janeiro, contando as ameaças que sofreu. Bruno foi condenado neste processo de agressão a quatro anos e seis meses de prisão. Ele aguarda julgamento pelo assassinato de Eliza na Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria.

O documentário exibido pelo canal A&E motivou uma ação judicial de Bruno na Justiça de São Paulo. O ex-atleta tentou sem sucesso impedir a exibição do programa . O advogado de Bruno, Eduardo Pimenta, informou ao iG entender que houve excesso no documentário, ao indicar culpa de Bruno pelo crime.

Pimenta espera definição da Justiça paulista favorável à indenização de R$ 100 mil por danos ao ex-goleiro. “Houve exorbitação, pois encontraram culpabilidade de algo que não aconteceu”, avalia. O advogado disse ainda que Bruno encontra-se em dificuldades financeiras porque está há mais de dois anos sem trabalhar. “Ele já não tem bens e gastou seu patrimônio no decorrer da jornada processual”.

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