Os nomes da Flip

Conheça os 35 convidados da 8ª Festa Literária Internacional de Paraty

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Autores da Flip: Fernando Henrique Cardoso [11], Ferreira Gullar [12], Gilbert Shelton [13] e Isabel Allende [15]
[1] Abraham B. Yehoshua

Formado em literatura e filosofia pela Universidade de Jerusalém, o israelense Abraham B. Yehoshua teve o romance Five Seasons considerado um dos dez livros mais importantes escritos desde a criação do Estado de Israel. Suas obras publicadas em português são A mulher de Jerusalém (2008), A noiva libertada (2007), Viagem ao fim do milênio (2001) e Shiva (2000). Aos 73 anos, Yehoshua integra a mesa "Promessas de um velho mundo", ao lado da escritora iraniana Azar Nafisi e com mediação de Moacyr Scliar.

[2] Alberto da Costa e Silva

Ocupante da cadeira nº 9 da Academia Brasileira de Letras desde 2000, Alberto da Costa e Silva é reconhecido por seus trabalhos como historiador, poeta e diplomata, tendo ganho o Jabuti pelo livro de poesias Ao lado de Vera (1997). Apontado como "Intelectual do Ano" pela União Brasileira de Escritores (UBE) em 2004, aos 79 anos o autor participa da Flip na mesa "Além da Casa-grande", onde conversa com as escritoras Maria Lucia P. Burke e Angela Alonso sobre a obra de Gilberto Freyre - a mediação é feita por Lilia Schwarcz.

[3] Angela Alonso

Professora do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo (USP), a escritora brasileira Angela Alonso é conhecida pelas obras Ideias em movimento: a geração de 1870 na crise do Brasil-Império (2002) e Joaquim Nabuco – os salões e as ruas (2007), em que investiga as relações entre cultura, ação coletiva e os movimentos políticos e intelectuais. Na Flip, a autora conversa sobre a obra de Gilberto Freyre na mesa "Além da Casa-grande", com a participação de Alberto da Costa e Silva, Maria Lucia P. Burke e mediação de Lilia Schwarcz.

[4] Azar Nafisi

Nascida em Teerã, capital do Irã, a autora de 54 anos têm como principal trabalho Lendo Lolita em Teerã (2003), livro que ficou por 117 semanas na lista de best-sellers do jornal The New York Times. Professora de literatura, foi expulsa da Universidade de Teerã em 1981 por se recusar a usar véu, tendo retomado as aulas apenas em 1987. Azar fará parte da mesa "Promessas de um velho mundo", ao lado do israelense Abraham B. Yehoshua, com mediação de Moacyr Scliar.

[5] Beatriz Bracher

Beatriz Bracher foi uma das editoras da revista de literatura e filosofia 34 Letras e co-fundadora da Editora 34. Seu último trabalho como escritora, Meu amor (2009), recebeu da Fundação Biblioteca Nacional o Prêmio Clarice Lispector como melhor livro de contos. Além da literatura, Beatriz é roteirista de cinema, assinando o argumento dos filmes Cronicamente inviável (2000) e Os inquilinos (2009), ao lado do diretor Sérgio Bianchi. Ela divide a mesa "Fábulas contemporâneas", com os autores Reinaldo Moraes e Ronaldo Correia de Brito, mediados por Cristiane Costa.

[6] Benjamin Moser

A paixão do autor norte-americano Benjamin Moser pela escritora Clarice Lispector surgiu ainda na faculdade, período em que ele estudou literatura brasileira e entrou em contato com o trabalho da escritora. Os cinco anos de pesquisa sobre a vida e obra da escritora, que contaram com uma passagem pela Flip de 2005, em que ela foi homenageada, resultaram na biografia Clarice (2009), obra que ampliou o interesse pela autora no exterior. Na Flip, Moser divide a atenção da mesa "Nacional, estrangeiro" com o escritor Berthold Zilly, numa conversa mediada por Claudiney Ferreira.

[7] Berthold Zilly

O primeiro contato com a obra Os sertões , do brasileiro Euclides da Cunha, foi crucial para despertar do interesse do alemão Berthold Zilly pela construção sociológica do povo nordestino e brasileiro. Além da atuação como professor do Instituto Latino-Americano da Universidade Livre de Berlim, Zilly foi responsável pela tradução de obras de autores como Machado de Assis e Lima Barreto para o alemão. Por seu trabalho em A guerra no sertão , de Euclides da Cunha, recebeu em 2001 o Christoph-Martin-Wieland-Preis, o mais importante prêmio de tradução da Alemanha. O escritor participa da mesa "Nacional, estrangeiro", ao lado de Benjamin Moser e com a mediação de Claudiney Ferreira.

[8] Carola Saavedra

Nascida em Santiago do Chile, a escritora Carola Saavedra imigrou para o Brasil ainda criança, naturalizando-se brasileira anos mais tarde. Pelo livro Flores azuis (2008) recebeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (Apca) de melhor romance e lançou em 2010 Paisagem com dromedário , obra em que relata a história de um casal de artistas plásticos por meio de 22 mensagens gravadas. Carola integra a mesa "Cartas, diários e outras subversões", ao lado da escritora Wendy Guerra e com mediação de João Paulo Cuenca.

[9] Colum McCann

Vencedor do National Book Award de 2009 por Let the great world spin (2009), o autor irlandês Colum McCann teve seu livro aclamado como "o primeiro grande romance sobre 11 de setembro" pela revista Esquire. Além do trabalho como escritor, McCann, que também é jornalista, já teve textos publicados em revistas como New Yorker, New York Times Magazine e Paris Review. Em sua participação na Flip ele conversa com o escritor William Kennedy na mesa "Albany, Nova York e outras aldeias", com mediação de Ángel Gurría-Quintana.

[10] Edson Nery da Fonseca

Um dos maiores especialistas do país na obra do sociólogo Gilberto Freyre, Edson Nery da Fonseca retorna à Flip para conversar sobre o autor, de quem foi amigo por mais de quatro décadas, o que lhe rendeu o título de "Gilbertófilo". Autor de Novas perspectivas em Casa-grande & senzala (1985) e Em torno de Gilberto Freyre (2007), Edson participa com Moacyr Scliar e Ricardo Benzaquen da mesa "Ao correr da pena", que tem mediação de Ángel Gurría-Quintana.

[11] Fernando Henrique Cardoso

Sociólogo e ex-presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso participa da Flip fazendo uma análise da complexidade e das contradições do pensamento de Gilberto Freyre, intelectual de quem já escreveu diversos textos - inclusive o prefácio da edição mais recente de Casa-grande & senzala . Na abertura do evento Fernando Henrique participa da mesa "Casa-grande e Senzala: um livro perene", em que debate o tema com Luiz Felipe de Alencastro.

[12] Ferreira Gullar

Criador do movimento neoconcreto ao lado de Lygia Clark e Hélio Oiticica, o poeta Ferreira Gullar notabilizou-se por seu engajamento político. Por conta de sua filiação ao Partido Comunista, foi preso e exilado, momento em que escreve sua obra mais famosa, Poema Sujo (1976). Recebeu em 2010 o Camões, mais importante prêmio da língua portuguesa, e acumula mais de 40 títulos lançados no país. O escritor é tema e participante da mesa "Gullar, 80", com mediação de Samuel Titan Jr.

[13] Gilbert Shelton

Um dos autores mais famosos dos quadrinhos underground, o cartunista norte-americano Gilbert Shelton ajudou a estampar a cara da contracultura dos anos 1960/70 ao publicar a HQ The Fabulous Furry Freak Brothers , que retrata o cotidiano de um trio de amigos junkies que vivem imersos em sexo, drogas e rock n'roll. Graduado em Ciências Sociais, o autor participa da Flip ao lado do também cartunista Robert Crumb na mesa "A origem do universo".

[14] Hermano Vianna

Antropólogo, Hermano Vianna estuda manifestações e a produção cultural que não têm a devida expressão nos meios de comunicação tradicionais. É autor de O mistério do samba , em que investiga como o samba transformou-se em símbolo da identidade nacional brasileira, e O mundo funk carioca , que estuda os bailes funks dos subúrbios ou as favelas do Grande Rio. Vianna participa da mesa "Gilberto Freyre e o século 21", ao lado de José de Souza Martins e Peter Burke.

[15] Isabel Allende

Escritora peruana naturalizada chilena, Isabel Allende ficou conhecida internacionalmente após a publicação de A casa dos espíritos (2002), obra em que retrata fantasmas da ditadura de Augusto Pinochet utilizando os manuscritos das cartas que escreveu para seu avô. A autora lança A ilha sob o mar (2010), seu mais recente romance, e participa da mesa "Veias abertas", com a mediação de Humberto Werneck.

[16] John Makinson

Depois de passar pela direção do jornal The Financial Times e do departamento financeiro do Pearson Group, o jornalista britânico John Makinson alcançou a cadeira de CEO da Penguin Group, tradicional editora britânica. Durante a Flip ele debate com o autor Robert Darnton o futuro do livro frente ao grande processo de transformação por que passa o mercado editorial, com mediação de Cristiane Costa.

[17] José de Souza Martins

Professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, José de Souza Martins ganhou o Prêmio Jabuti de Ciências Humanas, em 1993 – com a obra Subúrbio – e em 1994 – com A chegada do estranho . Em 2008, lançou A aparição do demônio na fábrica , que recebeu o Prêmio Jabuti em 2010. Publicou dezoito livros, entre eles A sociabilidade do homem simples, Sociologia da fotografia e da imagem e O Cativeiro da Terra . Participa da mesa "Gilberto Freyre e o século 21", com Peter Burke e Hermano Vianna.

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Convidados da Flip: [21] Moacyr Scliar, [27] Robert Crumb, [30] Salman Rushdie e [32] Wendy Guerra
[18] Lionel Shriver

Apesar de assinar seus artigos nos jornais The Guardian, New York Times, Wall Street Journal, Financial Times e no semanário Economist como Lionel Shriver, a escritora norte-americana nasceu como Margaret Ann Shriver - o nome foi mudado legalmente aos 15 anos. Seu romance Precisamos falar sobre o Kevin (2003) foi recusado por mais de 30 editoras, mas depois de publicado ganhou em 2005 o prêmio Orange, na Grã-Bretanha. A escritora participa da mesa "De frente pro crime", com a autora brasileira Patrícia Melo, com mediação de Arnaldo Bloch.


[19] Luiz Felipe de Alencastro

Formado em história e ciências políticas na Universidade de Aix-en-Provence (França), o acadêmico brasileiro Luiz Felipe de Alencastro é o atual professor titular da cátedra de história do Brasil da Universidade de Paris IV-Sorbonne e diretor do Centre d’Etudes du Brésil et de l’Atlantique Sud, Universidade de Paris-Sorbonne. Autor de O Trato dos Viventes – Formação do Brasil no Atlântico Sul (2000), o escritor participa da mesa "Casa-grande e Senzala: um livro perene", em que debate o tema com Fernando Henrique Cardoso.

[20] Maria Lúcia P. Burke

Autora de Gilberto Freyre: um vitoriano dos trópicos (2005), um dos mais importantes estudos sobre o autor de Casa-grande & senzala , vencedor do Prêmio Jabuti e Prêmio da Academia Brasileira de Letras de 2006, a professora Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke dedica-se atualmente a pesquisas no Centre of Latin American Studies da Universidade de Cambridge. Sua participação na Flip acontece na mesa "Além da Casa-grande", em que conversa com os escritores Alberto da Costa e Silva e Angela Alonso sobre a obra de Gilberto Freyre - com mediação de Lilia Schwarcz.

[21] Moacyr Scliar

Com mais de setenta livros publicados - entre romances, crônicas, contos, literatura infantil e ensaios -, Moacyr Scliar coleciona prêmios literários como o Jabuti (1988, 1993 e 2009), o da Associação Paulista de Críticos de Arte - Apca (1989) e o Casa de las Americas (1989). Seu livro O centauro no jardim (2004) integra a lista dos cem melhores livros de temática judaica dos últimos duzentos anos, feita pelo National Yiddish Book Center nos Estados Unidos. Em sua passagem pela Flip o escritor participa da mesa "Ao correr da pena", com Ricardo Benzaquen e Edson Nery da Fonseca, sob a mediação de Ángel Gurría-Quintana.

[22] Patrícia Melo

Ganhadora do Prêmio Jabuti de Literatura por Inferno (2001), Patrícia Melo volta à Flip para falar sobre a arte de escrever thrillers psicológicos, gênero em que se destacou tanto na literatura, com obras como Matador (1994) e Ladrão de cadáveres (2010), quanto no cinema, assinando o roteiro de "Bufo & Spallanzani" (2001) - adaptação de Rubem Fonseca. Na Flip a escritora conversa com a autora Lionel Shriver na mesa "De frente pro crime", com mediação de Arnaldo Bloch.

[23] Pauline Melville

Nascida na Guiana, Pauline Melville passou primeiro pela fama como atriz, para só aos 44 anos ser reconhecida como escritora, com o lançamento de Shape-Shifter (1990), uma coletânea de contos que trata da vida pós-colonial no Caribe. Ao lado do autor William Boyd, Pauline participa da mesa "Chá pós-colonial", com mediação de Ángel Gurría-Quintana.

[24] Peter Burke

Especialista em Idade Moderna europeia, o escritor britânico Peter Burke é autor de obras como A fabricação do rei (1994) e O que é história cultural? (2005). Junto com a mulher, a brasileira Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke, escreveu Repensando os trópicos: um retrato intelectual de Gilberto Freyre (2009), livro que analisa a vida e o trabalho do sociólogo como um todo, em vez de se concentrar apenas em Casa-grande e senzala . Burke conversa com José de Souza Martins e Hermano Vianna na mesa "Gilberto Freyre e o século 21".

[25] Reinaldo Moraes

Foi com o romance Tanto faz (1981) que o escritor Reinaldo Moraes iniciou sua carreira nas letras. Também traduziu nomes importantes como Charles Bukowski, William S. Burroughs, Jean Cocteau e Thomas Pynchon. Seu último trabalho, o romance Pornopopeia (2009), é celebrado como um dos grandes livros da safra mais recente da ficção brasileira. Em sua segunda participação na Flip o escritor integra a mesa "Fábulas contemporâneas", ao lado de Ronaldo Correia de Brito e Beatriz Bracher, com mediação de Cristiane Costa.

[26] Ricardo Benzaquen

O historiador brasileiro Ricardo Benzaquen é conhecido pelas obras Totalitarismo e revolução: o integralismo de Plínio Salgado (1988) e Guerra e paz: Casa-grande e senzala e a obra de Gilberto Freyre nos anos 30 (1994), pela qual recebeu o Prêmio Jabuti de Melhor Ensaio em 1995. O acadêmico participa da mesa "Ao correr da pena", em que conversa com Moacyr Scliar e Edson Nery da Fonseca, com mediação de Ángel Gurría-Quintana.

[27] Robert Crumb

O cartunista norte-americano Robert Crumb é conhecido por suas paixões curiosas, que envolvem mulheres fortes e blues do início do século XX. Como um dos símbolos mais fortes da contracultura nos anos 1960, o autor assina personagens antológicos como Fritz, the cat e Mr. Natural, além de ter trabalhado com o roteirista Harvey Pekar e transposto para os quadrinhos obras de Franz Kafka e Charles Bukowski. Seu último trabalho, Gênesis (2009), traz uma curiosa versão em quadrinhos do mais antigo livro da Bíblia. Na mesa "A origem do universo", ele divide as atenções com o também cartunista Gilbert Shelton.

[28] Robert Darnton

Formado em Harvard, o historiador norte-americano Robert Darnton especializou-se em história da França do século XVIII, voltando seus estudos para o Iluminismo e a Revolução Francesa. Em 2007 o acadêmico assumiu o cargo de diretor da Biblioteca da Universidade Harvard, dando início ao processo de digitalização de seu acervo, tornando a produção intelectual da universidade acessível pela internet. Na Flip o autor, cujo último trabalho é The Case for Books: Past, Present and Future (2009), debate na mesa "O livro: capítulo 2, o futuro do livro" com John Makinson, tendo como mediadora Cristiane Costa.

[29] Ronaldo Correia de Brito

O escritor e médico pernambucano Ronaldo Correia de Brito constrói sua obra a partir do cruzamento do imaginário sertanejo e da cultura popular nordestina com a modernidade. Com base nesse tema publicou Galileia (2008), obra que venceu o Prêmio São Paulo de Literatura em 2009. Durante sua segunda participação na Flip conversa com os autores Reinaldo Moraes e Beatriz Bracher na mesa "Fábulas contemporâneas", que conta com a mediação de Cristiane Costa.

[30] Salman Rushdie

É a segunda passagem pela Flip do escritor indiano/britânico Salman Rushdie, autor do polêmico Os versos satânicos (1988), obra pela qual foi jurado de morte pelo regime dos aiatolás. Seu último trabalho, Luka e o fogo da vida (2010), conta a aventura de um garoto de 12 anos em meio a um mundo habitado por deuses gregos, romanos, astecas, hindus e nórdicos. O autor assume sozinho a mesa "Em nome do filho", com mediação de Sílio Boccanera.

[31] Terry Eagleton

Nascido em 1943 na Inglaterra, Terry Eagleton transita entre a crítica e a criação literária. Em seu último trabalho, Reason, faith, and revolution: reflections on the God debate , Eagleton critica o racionalismo defendido pelo biólogo evolucionista Richard Dawkins e pelo jornalista Christopher Hitchens e propõe uma reflexão de cunho materialista acerca dos conceitos de razão, fé e revolução. Ele expõe suas idéias na mesa "Andar com fé", com mediação de Sílio Boccanera.

[32] Wendy Guerra

Apesar do reconhecimento de seu trabalho como escritora, a autora cubana Wendy Guerra também ganhou renome por problemas com o governo de seu país, que pediu esclarecimentos sobre a troca de correspondências com o editor brasileiro e até hoje não permitiu que sua obra fosse publicada em Cuba. Além de lançar no Brasil o último romance, Nunca fui primeira-dama (2008), a polêmica escritora conversa com a autora Carola Saavedra na mesa "Cartas, diários e outras subversões", com mediação de João Paulo Cuenca.

[33] William Boyd

Apesar dos trabalhos realizados na TV, cinema e como professor de literatura inglesa na Universidade de Oxford, o escritor ganense William Boyd alcançou o reconhecimento atuando como escritor, com destaque para os livros A good man in Africa (1981) e Ordinary thunderstorms (2009). Membro da Royal Society of Literature, ele conversa com Pauline Melville na mesa "Chá pós-colonial", com mediação de Ángel Gurría-Quintana.

[34] William Kennedy

Com mais de dez romances no currículo, o autor norte-americano de ascendência irlandesa William Kennedy habituou-se a escrever sobre jogadores, políticos, gângsteres e jornalistas - tendo ele próprio trabalhado como repórter investigativo no jornal de sua cidade, Albany. Além das obras publicadas, que incluem O grande jogo de Billy Phelan (1978) e Ironweed (1984), pela qual ganhou o prêmio Pulitzer de literatura, Kennedy atuou como roteirista de filmes, com destaque para Cotton Club (1984), de Francis Ford Coppola. O escritor integra a mesa "Albany, Nova York e outras aldeias", ao lado do autor Colum McCann e com mediação de Ángel Gurría-Quintana.

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