Flip em dois tempos: os pontos altos e baixos da décima edição

A homenagem a Carlos Drummond de Andrade foi muito bem executada, mas Paraty ainda sofre com infraestrutura. Veja o que funcionou e o que deu errado

Valmir Moratelli - enviado a Paraty (RJ) | - Atualizada às

Valmir Moratelli
Paraty: problemas e acertos da festa de literatura


Pontos altos

Os artistas de rua mais uma vez fizeram sucesso entre os que passavam pelo centro histórico de Paraty.

A estátua de Drummond, homenageado desta edição, foi bastante requisitada para fotos. Mais tarde, uma estátua-viva do poeta também fez a festa dos visitantes.

A dobradinha entre Laerte e Angeli , uma das melhores mesas dessa edição.

Ian McEwan fez o lançamento mundial de seu novo romance, aguardadíssimo na Europa, na Flip.

A leitura de poemas de Drummond antes de cada mesa, tendo no telão a versão em inglês para que todos pudessem acompanhar.

Valmir Moratelli
Paraty: preços altíssimos

Pontos baixos

O alto preço cobrado pelas pousadas , pelos restaurantes e outros serviços da cidade.

A desistência de J.M.G. Le Clézio , Nobel de literatura de 2008, alegando problemas de saúde.

Antes do show de Lenine , no dia de abertura, houve apresentação de um grupo de ciranda de roda da localidade. O som estava desafinado e o show seguiu arrastado. Muita gente preferiu seguir para os bares , para ver a final da Libertadores.

A sala de imprensa não teve instalações adequadas para o trabalho dos jornalistas. A precariedade da internet em um evento internacional, e em sua décima edição.

Enrique Vila-Matas fez uma ótima apresentação. Mas com a desistência de J.M.G. Le Clézio, coube a ele voltar à tenda dos autores. A segunda vez não agradou tanto ao público.

Valmir Moratelli
Ruas de Paraty

    Leia tudo sobre: paratyflipdrummond

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG