Estátua de Drummond em Paraty é alvo de beijos, abraços e carícias

Escultura, localizada na Rua do Comércio, por pouco também não ganhou faixa do Corinthians

Augusto Gomes enviado a Paraty |

A edição de dez anos da Flip ganhou uma nova atividade obrigatória. Além de ver escritores do mundo inteiro falando na Tenda dos Autores e fazer compras na livraria oficial do evento, quem está em Paraty também tira foto ao lado da estátua de Carlos Drummond de Andrade na rua do Comércio.

A escultura, uma réplica da obra localizada na praia de Copacabana e feita pelo mesmo escultor da original, Leo Silveira, está na frente da casa da Companhia das Letras, editora responsável pelo relançamento das obras do escultor.

Assim que a estátua é colocada na rua, começa a sessão de fotos. Alguns, mais tímidos, apenas sentam-se ao lado da escultura. Mas os mais desinibidos abraçam, beijam e até acariciam a réplica de Drummond.

A obra fica na rua durante quase todo o dia. Só é retirada quando a casa da Companhia das Letras fecha as portas. "Se ficasse aí durante a madrugada, era capaz de alguém cortar a cabeça dela", diz Matinas Suzuki Jr, diretor executivo da editora.

Ele conta que pensou em por uma faixa do Corinthians na escultura, para comemorar o título da Taça Libertadores do time paulista. "Só não coloquei porque não achei nenhuma faixa."

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