Marcelo Serrado revela seu segredo para conquistas as mulheres

Ator do filme `Malu de Bicicleta¿ conversou com o iG durante o Festival do Rio

Luisa Girão e Valmir Moratelli, iG Rio de Janeiro |

Após ganhar o prêmio de melhor ator no Festival de Paulínia com o filme “Malu de Bicicleta”, Marcelo Serrado teve a missão de apresentar o longa em casa: no Festival do Rio, nessa terça-feira (28), no Cine Odeon, no Centro do Rio. O ator, que também assina a produção do longa, interpreta Luiz Mario, um empresário da noite paulistana, que coleciona casos amorosos. Até ser atropelado de bicicleta pela carioca Malu. Marcelo conversou com a reportagem do iG e falou sobre como ele é com as mulheres. “Eu tento entendê-las e ser cavalheiro. Ser honesto também é importante, porque elas adoram isso”, disse.

George Magaraia
Marcelo Serrado

iG: O filme “Malu de bicicleta” já participou do Festival de Paulínia. Como é apresentar o filme no Festival do Rio?

Marcelo: Ah! Me sinto em casa, né? Porque é legal apresentar o trabalho para a família e os amigos, as pessoas que eu gosto. Com certeza vai ter uma emoção diferente. Já no quesito da premiação, eu gostaria que o filme ganhasse a categoria de júri popular porque ele funciona bem para o público. Falamos de uma forma muito direta, sem rodeios. Já tinha visto o longa em Paulínia, com 1300 pessoas, e foi muito bem recebido, todos riram o tempo todo.

iG: Você interpreta um paulista enquanto a Fernanda é paulista e interpreta um carioca. Como foi essa troca?

Marcelo: É um paulista, meu (risos). Mas a gente não carrega no sotaque, faz tudo de uma maneira muito sutil. Não tem muita diferença.

iG:“Malu de bicicleta” é um filme romântico. É para se ver a dois?

Marcelo: É um filme para se ver a quatro, cinco, seis...(risos) É um filme para todo mundo. Para se ver tanto a dois quanto para ver com a galera.

iG: Você está em cartaz, no Rio, com a peça “Não existe mulher difícil” e, no cinema, acabou de interpretar um bon vivant...

Marcelo: São dois personagens bens diferentes. Na peça é um cara que não sabe lidar com as mulheres, que não tem essa manhã toda. Já do filme ele é um cara bem requisitado, um conquistador, que se apaixona e perde a cabeça.

iG: E você é parecido com qual dos personagens?

Marcelo: Com nenhum dos dois. Eu tento lidar com as mulheres. Ih! Elas estão ligando...(o telefone toca). E eu desligo na cara delas (risos). Brincadeira! Eu tenho meu estilo próprio, mas eu tento entendê-las e ser cavalheiro. Ser honesto também é importante, porque elas adoram isso.

iG: Você se incomoda com a fama de “pegador”?

Marcelo: Geralmente é tudo besteira ou invenção. Só para deixar claro: estou solteiro! (risos). Mas acho que essa especulação faz parte da profissão.

iG: Tem novos projetos para o cinema?

Marcelo: Tenho vários! Vamos filmar “Retrovisor” e “Bala na agulha”, de Marcelo Rubens Paiva. Também tem um filme que irei fazer com o Otávio Muller, de um diretor novo. Vai ser bem bacana...

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