Estreante entra na competição para ganhar

“Sudoeste”, de Eduardo Nunes, emociona e impressiona pelo apuro de linguagem

Mariane Morisawa, do Rio de Janeiro |

Divulgação
Imagem do filme brasileiro "Sudoeste"
Estreante em longas, Eduardo Nunes ainda não é consagrado como Beto Brant ou Karim Aïnouz, mas também lotou no cine Odeon para a exibição de seu “Sudoeste” , que participa da competição da Première Brasil, na noite da quinta-feira (13). O filme vinha criando um burburinho desde o último Festival de Gramado, onde foi exibido hors concours.

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Deu para entender por quê. Nunes é extremamente cuidadoso na construção das belas cenas com a ajuda da fotografia em preto e branco de Mauro Pinheiro Jr. e do desenho de som, sem abdicar da dramaturgia que emociona e causa sensações. Não há frieza na história complexa, em círculos, da menina cuja existência é resumida em apenas um dia – aparece criança, mulher e velha ao longo desse tempo. Por isso tudo, “Sudoeste” entra na competição com grandes chances de sair com alguns prêmios nas mãos. Que Karim Aïnouz e Beto Brant se cuidem.

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