Engraçado sem esconder a melancolia, “O Palhaço” é tocante

Segundo filme de Selton Mello como diretor fala de palhaço em busca de sua identidade

Mariane Morisawa, especial para o iG |

Divulgação
Selton Mello em cena de "O Palhaço".
A sala lotada, cheia de celebridades, vibrou muito ao final da projeção de “O Palhaço”, segundo longa-metragem como diretor de Selton Mello, exibido fora de competição na noite do sábado (15) no cine Odeon . Tanto nervosismo confessado pelo ator no início da exibição provou-se, portanto, infundado.

“O Palhaço” é obviamente um filme muito pessoal para Selton, mais ainda do que sua estreia na direção, “Feliz Natal”. Veio num momento de reflexão do ator sobre sua longa carreira. Mas, ao contrário do longa anterior, bastante sério, este aposta no tom cômico, sem esconder a melancolia, ao mostrar um palhaço (o próprio Selton), filho de palhaço (Paulo José), que busca uma identidade – literal e figurada – para comprar um ventilador. “O Palhaço”, que será lançado nos cinemas no próximo dia 28, tem colorido, é terno e tocante, um feito e tanto para quem está no segundo filme.

Veja como foi a première do filme.

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