Ana Paula Arósio revela seu lado ¿cinéfilo¿

A pedido do iG, atriz seleciona suas preferências cinematográficas

Luisa Girão e Valmir Moratelli, iG Rio de Janeiro |

Ana Paula Arósio esteve presente na noite desta quinta-feira à abertura do Festival do Rio, no cine Odeon, no centro da capital fluminense. A atriz participa da mostra com o longa “Como Esquecer” , que será apresentado na próxima semana. Conversando com a reportagem do iG , sempre acompanhada do marido Henrique Pinheiro, Ana Paula falou de sua paixão por cinema e listou suas preferências quando o assunto é a sétima arte. Confira o papo:

George Magaraia
Ana Paula Arósio estava acompanhada do marido Henrique Pinheiro
Um filme inesquecível:
“Escolher um? Meio difícil... Eu amo ‘O que aconteceu com Baby Jane’, de Robert Aldrich. A Bette Davis está sensacional e eu gosto do clima intimista do filme. Já tem outro filme que eu me sinto em casa vendo que é o ‘Maria Antonieta’, da Sophia Coppola. Trabalho divino: tanto na direção, como na atuação, figurino, fotografia, ou seja, pelo conjunto da obra”.

Um personagem inesquecível:
“Hanna Schmitz, interpretado por Kate Winslet em ‘O Leitor’”. Ela me deixou louca principalmente pelo o que o personagem não evidencia. Não é possível ver o personagem por completo. Só deixa o rastro, para descobrimos sozinhos. O trabalho da Kate é lindo demais nesse filme”.

Filme mais injustiçado da história:
“Vou responder como um filme que todos falam muito bem e eu acho um saco: ‘Kill Bill’. Não sou fã desse tipo de filme, com muita ação. Outro que acho que fez sucesso demais para o que é ‘Matrix’. Chatíssimo! E os dois são campeões de bilheteria”.

Último filme ao qual assistiu:
“Queria que tivesse sido a ‘Suprema Felicidade’, de Arnaldo Jabor, mas cheguei tarde e não consegui pegar lugar. O último filme que eu vi? Não lembro... Para fazer a personagem a Júlia, em ‘Como Esquecer’, eu vi bastante ‘Closer’. O Jude Law está lindo de morrer e a Natalie Portman é o filme”.

Um filme que você adora e tem vergonha de admitir:
“Sissi, de Ernst Marischka. É um filme de época, tão ingênuo. Quase um conto de fadas ou uma historinha para boi dormir, mas acho fofo!”. 

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