Dinamarquês é drama histórico clássico sem novidades

Filme "A Royal Affair" recria influência de médico na corte daquele país no século 18

Mariane Morisawa, enviada especial a Berlim |

Divulgação
'A Royal Affair', dirigido por de Nikolaj Arcel

Mais um filme sobre realeza, amor e mudança política na competição do Festival de Berlim 2012 . O dinamarquês "A Royal Affair" (um caso real, na tradução literal), de Nikolaj Arcel, exibido na tarde de quinta-feira (16) para jornalistas, recria a influência do médico Johann Struensee (Mads Mikkelsen, de "Fúria de Titãs") na corte do Rei da Dinamarca, o instável Christian 8º (Mikkel Boe Følsgaard), em meados do século 18.

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O médico vai descobrir afinidades políticas – e afetivas – com a rainha, Caroline Mathilde (Alicia Vikander), que partilha de suas ideias iluministas, como a abolição dos castigos físicos e o fim da censura. Os dois apaixonam-se e tudo vai bem, até que a infidelidade da rainha é descoberta pelo terrível conselho real.

Apesar do componente político e dos possíveis paralelos com os dias de hoje, "A Royal Affair" é um drama histórico clássico sem novidades. Está na competição, provavelmente, mais por afinidades temáticas com seus concorrentes do que por ser uma obra artística realmente merecedora.

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