FAO e o Programa Mundial de Alimentos premiam Lula por combate à fome

Brasília, 10 mai (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva somou hoje dois prêmios a sua coleção ao ser declarado "campeão global" do combate à fome pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura (FAO) e o Programa Mundial de Alimentos da ONU.

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Brasília, 10 mai (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva somou hoje dois prêmios a sua coleção ao ser declarado "campeão global" do combate à fome pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura (FAO) e o Programa Mundial de Alimentos da ONU. O primeiro prêmio foi anunciado pela diretora-executiva do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, Jossette Sheeran, durante a abertura do Fórum de Diálogo Brasil-África sobre Segurança Alimentar, Combate à Fome e Desenvolvimento Rural, realizado em Brasília. Sheeran elogiou e citou como modelos os programas de combate à fome e redução da pobreza implantados por Lula desde que chegou ao poder, em 2003, e assegurou que a obrigação de manter às crianças na escola que se impõe às famílias ajudadas pelo Governo "cria esperança" e "acerca o futuro". Segundo a funcionária das Nações Unidas, "ao contrário do que muitos pensam, subsidiar os pobres pode estimular a economia", como ocorreu no Brasil, inclusive em meio as turbulências derivadas da crise financeira internacional que explodiu em 2008. Sheeran entregou a Lula uma placa, com uma fotografia de uma criança negra com um enorme sorriso, na qual está escrita "Campeão Global do Combate à Fome e a Pobreza". Lula "usou sua influência para melhorar as vidas dos que não tinham pão" e hoje "93% das crianças e 82% dos adultos no Brasil comem três vezes por dia", declarou a funcionária. O segundo prêmio, a Medalha do Dia da Alimentação da FAO, foi entregue a Lula na mesma cerimônia por Jacques Diouf, diretor-geral do organismo. Da mesma forma que Sheeran, Diouf avaliou a cooperação do Brasil com a África e a redução da fome e a pobreza no país, graças às políticas sociais impulsionadas pelo Governo Lula. Segundo Diouf, graças à cooperação do Brasil, em muitos países africanos se "acelerou a luta contra a fome" e se pôde criar versões locais dos programas brasileiros, adaptadas às necessidades de cada sociedade. Os dois prêmios somam-se a uma longa lista de reconhecimentos internacionais ao trabalho do presidente. O último foi anunciado há dez dias, quando a revista Times colocou Lula a frente da sétima lista anual dos "100 líderes mais influentes do mundo". EFE ed/pb

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