Pela terceira vez neste Campeonato Brasileiro, o Atlético Paranaense saiu de campo na Arena com um empate. Desta vez, diante do rival Coritiba, ganhava a partida até os 42 minutos do segundo tempo, quando tomou um gol após a cobrança de escanteio.
Para o técnico Roberto Fernandes, o time podia ter ganhado o jogo no primeiro tempo.
“Entramos bem no primeiro tempo e tivemos boa posse de bola. O Ferreira e o Wallyson estavam caindo pelas laterais e aos poucos fomos dominando o jogo”, disse o comandante rubro-negro, que lamentou a queda de rendimento de alguns atletas.
“Mas, é evidente que o sucesso em campo passa pelo rendimento individual dos jogadores e hoje alguns atletas não renderam como vêm fazendo', analisou.
Segundo Fernandes, o time treinou no CT do Caju durante a semana as jogadas de bola parada, mas, na partida, acabou tomando o empate em um lance semelhante, o que considerou inadmissível.
“Tomamos o gol da única forma que não poderíamos tomar, pois foi bem na hora que coloquei o Rhodolfo. E ele é um dos mais altos do time e na hora que ele entra nós levamos um gol de cabeça”, lamentou.
O treinador ainda criticou a arbitragem de Paulo César de Oliveira, que teria economizado nos cartões para o Coxa e anulado um gol rubro-negro legítimo, segundo sua interpretação.
“Por que o Michael não foi expulso quando chutou para o gol aquela bola quando o lance já estava parado? Ele já tinha amarelo! Os árbitros não têm o mesmo critério e assim a coisa fica complicada. Por que ele anulou o gol do Antônio Carlos quando havia jogadores do Coritiba junto às traves?”, concluiu.