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Dominicanas destacam aprendizado

19/07 - 21:43 - Gazeta Esportiva



A surra sofrida contra a seleção brasileira feminina de handebol na semifinal dos Jogos Pan-americanos do Rio não abalou a equipe da República Dominicana. Sem tradição na modalidade e com um grupo de atletas inexperientes, ficar na disputa pelo bronze já é um lucro para a equipe dominicana.

"O Brasil é uma potência. Sabíamos que é praticamente impossível vencê-las, mas o importante é brigar, lutar, ter presença de jogo", ressalta o técnico Félix Romero que diz, como treinador, estar levando a tranqüilidade de ter enfrentado a melhor equipe das Américas em sua derrota. "Estamos satisfeitos, principalmente por chegar ao patamar de disputa do terceiro lugar quando há equipes mais experientes que a nossa".

Responsável pela equipe há oito meses, Romero divide seu tempo também como jogador da equipe nacional masculina. "Classificar para o Mundial e o Centro-americano significa que o trabalho está dando resultado apesar de o time ser muito jovem. Estou aprendendo cada dia mais como treinador, já que vivo como atleta e técnico".

Cubano, com anos de experiência na seleção de seu país, Romero conhece bem o estilo de jogo de Cuba e prefere enfrentá-las na disputa pelo bronze. "Cuba é fisicamente bem dotada, tem velocidade, mas pensam menos. Seria uma condição mais favorável para disputar a medalha", afirma o treinador.

A jogadora Judith Granados Brito sabe que no fundo não há muita diferença. "Contra qualquer equipe que vier, o jeito é jogar forte. Que ganhe o melhor", diz a artilheira da equipe com 30 gols.



US Multimídia


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