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26/04 - 02:08, atualizada às 02:08 26/04 - Alberto Helena Jr.
O temor de que o São Paulo ainda carregava o peso da derrota para o São Caetano, com a subsequente desclassificação do Paulistão, evaporou-se logo aos 7 minutos de bola rolando contra o Audax Italiano, no Morumbim pela Libertadores: bola tramada desde trás, a ajeitada de cabeça de Aloísio e a penetração de Richarlyson, que bateu cruzado: 1 a 0.
Daí, até o fim do primeiro tempo, o Tricolor teve pleno domínio dos espaços e da bola, criou três ou quatro boas chances desperdiçadas e não correu o mais remoto risco. Faltava apenas Souza, que tentou uma jogada pessoal apenas, entrar em jogo.
Na etapa final, o jogo estava aos pés do São Paulo, até que, num dos raros contragolpes do Audax, Di Santo surge na área, atira bola que desvia em Ilsinho e mata Rogério, aos 15. Mas, logo o Tricolor se recompõe, aos 22, com Aloísio fulminando de cabeça bola cruzada por Souza. E, quando o terceiro gol se desenhava, pimba!, 2 a 2, em lance viciado, pois o atacante chileno dominou a bola com o braço, claramente.
O São Paulo trepidou, vacilou, mas se recompôs e seguiu atrás da vitória, ainda que correndo riscos de até perder a classificação. Mas, que fazer à sombra sinistra da derrota para o São Caetano, esse fantasma mal desencarnado? Em duas cobranças de falta, de Rogério e de Souza, duas defesas providenciais do goleiro. Mas, se a vitória não veio, veio a classificação, pelo menos.
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