Cuba protesta contra game dos EUA que permite 'matar Fidel'

Segundo site governamental, "Call of Duty: Black Ops" glorifica assassinato e estimula "atitudes sociopatas" entre jovens

Reuters |

Um videogame criado nos EUA em que o jogador pode tentar matar o líder revolucionário cubano Fidel Castro provocou reações indignadas do governo de Cuba na quarta-feira. O game, parte da popular série "Call of Duty", foi lançado na terça-feira e a expectativa é que seja um sucesso de vendas.

© AP
Garoto compra "Call of Duty: Black Ops" em loja de Sacramento, na Califórnia (09/11)

O site governamental Cuba Debate disse que o jogo "Call of Duty: Black Ops" glorifica o assassinato de Fidel e estimula "atitudes sociopatas" entre jovens americanos. "O que o governo dos EUA não conseguiu em mais de 50 anos agora ele tenta virtualmente", disse o site.

Produzido pela empresa claiforniana Activision Blizzard, o jogo se passa durante a Guerra Fria, levando o jogador a lugares como Rússia, Vietnã e Cuba. Duelando nas ruas de Havana, é preciso disparar contra combatentes inimigos na caçada por Fidel. As autoridades cubanas dizem que o game é realista, já que Fidel teria sido alvo de mais de 600 tentativas de assassinato por parte dos EUA desde que tomou o poder, em 1959, e transformou Cuba em um regime comunista. A ilha fica a menos de 150 quilômetros do sul da Flórida.

Com Reuters

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