Indonésia
Com surtos em aves migratórias e domésticas identificados desde 2003, a Indonésia registra, nesta 3ª onda, 20 casos humanos da doença, totalizando 39 casos, com 36 mortos. Em 25 de março de 2006, uma menina de 1 ano de idade morreu na capital da Indonésia após contrair a doença. Em 10 de março, o país registrou sua 22ª vítima, uma menina de 12 anos. A confirmação ocorreu horas depois de ter sido divulgada a morte da 21ª vítima da doença, uma criança de 3 anos de idade. A 25ª vítima foi um indonésio de 30 anos, morto no dia 26 de abril, que morava no oeste de Jacarta.
Segundo o Ministério de Saúde indonésio, a menina de 12 anos havia entrado em contato com aves de criação. O bebê de 3 anos, que morreu no começo na província de Java Central, e o indonésio do oeste de Jacarta também mantiveram contato com aves.
Cinco pessoas da mesma família, dois homens, duas mulheres e uma criança morreram com poucos dias de diferença nas primeiras semanas de maio. No mesmo mês, dois irmãos, um homem e uma mulher, faleceram em Java Oriental e um menino de 12 anos morreu no subúrbio de Jacarta.
A Indonésia tem o segundo maior número de vítimas humanas para a gripe aviária, depois do Vietnã. Mas o governo vem resistindo a sacrificar aves, citando os custos e a falta de praticidade em um país onde manter algumas galinhas e patos no quintal da casa é comum.
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Tailândia Além das aves migratórias e domésticas infectadas, uma pesquisa concluiu, em 27 de janeiro de 2005, que uma menina contaminada provavelmente transmitiu o vírus para sua mãe em setembro de 2004.
Esse é o primeiro relato de possível transmissão humana do vírus. Em 20 de outubro de 2005, a Tailândia confirma seu primeiro novo caso humano da doença desde 2004.
Ao todo, desde 2003, são 22 pessoas infectadas, 14 delas morreram.
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VietnãEm 30 de dezembro de 2004, o Vietnã relata um novo caso humano da doença. Uma semana depois, mais dois novos casos são confirmados, elevando o total para 6.
Surgem relatos de novos surtos nos meses seguintes, transformando o Vietnã no país mais atingido.
Em 5 de agosto de 2005, os casos confirmados somam 64 nesta terceira onda, dos quais 21 foram fatais.
Desde 2003, o Vietnã registrou 93 casos humanos de gripe aviária, com 42 mortes.
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Camboja
Em 2 de fevereiro de 2005, Camboja relata seu primeiro caso humano, e fatal, nesta terceira onda. Em 4 de maio do mesmo ano, o país registra seu quarto cidadão infectado.
Em 24 de março de 2006, uma menina de três anos se transforma na quinta vítima mortal do vírus H5N1 da gripe aviária no Camboja, onde outras sete pessoas com sintomas da doença estão em observação.
A menina adoeceu após brincar com frangos. Sua casa ficava na aldeia Moha Miller da província de Kampong Speu, próxima à capital Phnom Penh, onde patos morreram no mês passado.
Em 5 de abril do mesmo ano, um menino de 12 anos morreu em conseqüência da gripe aviária no país. A criança havia sido internada no dia anterior em um hospital da capital cambojana com febre e problemas respiratórios, mas não resistiu.
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Malásia Em 3 de janeiro de 2005, a Malásia anuncia o controle do surto do vírus H5N1 em aves domésticas e é considerada livre da doença. Em 21 de fevereiro de 2006, no entanto, o vírus é confirmado em aves domésticas, marcando o retorno da doença ao país.
Em 16 de março, as autoridades anunciaram a existência de um foco de gripe aviária do vírus H5N1 no estado de Perak (norte), depois de quase um mês sem a confirmação de algum foco de gripe aviária na Malásia.
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China
Em 30 de abril de 2005, pássaros selvagens são encontrados mortos no Lago Qinghai, na China central. Ao todo, 6.345 aves de diferentes espécies são achadas sem vida nas semanas seguintes.
Em 8 de junho de 2005, a China relata um surto em aves confinadas na região autônoma de Xinjiang e em 10 de agosto do mesmo ano, outro surto é confirmado no Tibet.
Em 16 de novembro, a China tem seus dois primeiros casos da doença em humanos nesta 3ª onda. Casos esporádicos em humanos são relatados nas semanas seguintes.
Surtos seguem-se em aves domésticas. Desde outubro, 25 foram detectados em 9 províncias, resultando no abate de cerca de 20 milhões de aves.
Em 13 de fevereiro de 2006, a China registra seu 12º caso humano e sua 8ª morte e em 8 de março, o país confirma sua 10ª morte. Dessa vez, a vítima foi uma menina de 9 anos.
A notícia surgiu dias depois de o governo ter confirmado que um homem de 32 anos também tinha morrido por causa do H5N1, na província de Guangdong (sul), perto de Hong Kong, provocando nervosismo na região.
Em 22 de março, o Ministério chinês da Saúde confirmou a morte de uma mulher de 29 anos contaminada pelo vírus da gripe aviária. A mulher, que foi indentificada apenas pelo sobrenome, Li, era uma trabalhadora imigrante de Xangai que apresentou os primeiros sintomas de febre e pneumonia no dia 13 de março e morreu no dia 21.
Em 20 de abril, o país confirma a morte de sua 12ª vítima, um homem de 21 anos que vivia na província central de Hubei. No total, desde 2003, o saldo foi de 18 casos humanos da doença e 12 mortes.
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Rússia
Em 23 de julho de 2005, a Rússia registra os primeiros surtos de H5N1 em aves domésticas nas 6 regiões administrativas da Sibéria. Aves migratórias também foram encontradas mortas na área.
Em 13 de fevereiro de 2006, surgem os primeiros surtos de H5N1 em grandes avícolas comerciais na região do Cáucaso, próximo à fronteira do Azerbaijão. Mais de meio milhão de aves são abatidas.
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Cazaquistão Em 2 de agosto de 2005, o Cazaquistão relata um surto de H5N1 em aves domésticas em regiões próximas à Sibéria. Pássaros migratórios também foram encontradas mortas na área.
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Mongólia Em 12 de agosto de 2005, 89 aves migratórias são encontradas mortas em dois lagos. Exames identificaram nelas a presença do vírus H5N1.
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Turquia Em 13 de outubro de 2005, o vírus H5N1 é confirmado em aves confinadas na Turquia. Em 5 de janeiro de 2006, o país relata seus dois primeiros casos humanos. Em 23 de janeiro, surtos são identificados em 11 das 81 províncias do país.
No total, desde 2003, a Turquia registrou 12 casos humanos de gripe aviária, com 4 mortes.
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Romênia Em 15 de outubro de 2005, o vírus H5N1 é confirmado em aves domésticas.
Em 22 de fevereiro de 2006, a presença do vírus H5N1 da gripe aviária foi confirmada em três novos focos do departamento de Constanta (sudeste, junto ao mar Negro) na Romênia, nas cidades de Satu Nou, Crangu e Saligny.
A descoberta do vírus da gripe aviária nestas cidades eleva para 38 o número de focos da doença, embora não tenha sido registrado nenhum caso humano.
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Croácia Em 26 de outubro de 2005, o vírus da gripe aviária nocivo a humanos é identificado em pássaros selvagens.
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Ucrânia Em 5 de dezembro de 2005, o país relata seu primeiro surto de H5N1 em aves domésticas. Desde então, mais de 200 mil aves já foram preventivamente abatidas em granjas ou inutilizadas nas indústrias.
Segundo o principal órgão veterinário do país, a Ucrânia começou a testar vários tipos de vacinas contra o H5N1, mas aguardará os resultados para decidir se promoverá uma vacinação em massa das aves de criação.
As autoridades prevêem mais casos nos próximos meses, quando termina o inverno na Ucrânia e as aves migratórias regressam ao norte.
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Iraque Em 30 de janeiro de 2006, Iraque relata seu primeiro caso humano de gripe aviária. Em 2 de fevereiro, um surto de H5N1 em aves domésticas é registrado na mesma província.
Em 2 de março, a OMS confirma a segunda morte humana causada pela doença. No total, foram identificados no país dois casos, ambos fatais.
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Nigéria
Em 8 de fevereiro de 2006, a Nigéria confirma o vírus H5N1 em galinhas a primeira detecção da variante letal na África.
No Estado de Kano, no norte do país, perto da fronteira com o Níger, cerca de 51 granjas já registraram a gripe aviária, de acordo com a agência da ONU.
Estudos mostram que o vírus presente na Nigéria é "virtualmente idêntico" aos que vêm contaminando e matando humanos em outros países desde o começo do ano.
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Azerbaijão
Em 21 de março de 2006, a OMS confirmou que a perigosa variante H5N1 do vírus da gripe aviária matou cinco jovens no Azerbaijão.
A OMS afirmou que duas outras pessoas no Azerbaijão testaram positivo para a doença. Uma delas, um garoto de 10 anos, recuperou-se, enquanto uma menina de 15 anos permanece no hospital em estado grave.
Quatro dos que morreram vinham da região de Salyan, no sul do país, enquanto a quinta vítima é de Tarter, no leste da nação, disse a OMS.
A OMS afirmou que uma investigação em Salyan mostrou que cisnes mortos mas que não foram enterrados podem ter sido coletados por moradores como fonte de penas.
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Bulgária Em 11 de fevereiro de 2006, o vírus H5N1 é confirmado em cisnes.
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Grécia Em 11 de fevereiro de 2006, o vírus H5N1 é confirmado em cisnes. Em 1º de março, o Ministério de Agricultura grego confirma três novos casos de gripe aviária em cisnes do norte da Grécia, o que eleva para 19 o número de aves com o vírus H5N1 no país.
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Itália Em 11 de fevereiro de 2006, o vírus H5N1 é confirmado em cisnes em três regiões do país: Puglia, Calábria e Sicília.
O governo da Itália anunciou a criação de uma zona de proteção de três quilômetros e de uma área de vigilância de 7 km em volta de cada local onde foi constatada a existência de um caso de gripe aviária.
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Eslovênia Em 12 de fevereiro de 2006, o vírus H5N1 é confirmado em um cisne que estava a menos de 10 km da fronteira com a Áustria.
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Irã Em 14 de fevereiro de 2006, Irã confirma o vírus H5N1 em cisnes. As aves que morreram vinham de terras próximas ao porto de Bandar-e Anzali, no mar Cáspio, na costa norte do Irã, local para o qual pássaros da Rússia rumam no inverno.
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Áustria Em 14 de fevereiro de 2006, a Áustria confirma o vírus H5N1 em cisnes. Os dois casos no país tratam-se de cisnes encontrados perto da central hidroelétrica de Melach bei Graz, no Estado federado de Estiria, fronteiriço com a Eslovênia. Exames feitos em três gatos também deram positivos para o vírus.
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Alemanha
Em 14 de fevereiro de 2006, a Alemanha confirma o vírus H5N1 em cisnes. Por volta de três semanas depois do surgimento dos primeiros casos confirmados de gripe aviária em aves selvagens na ilha de Rügen, em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, o vírus H5N1 se estendeu para outros quatro Estados federados (Schleswig-Holstein, Baden-Wuerttemberg, Baviera e Brandemburgo).
Também na ilha alemã de Rügen, um gato morto foi identificado com o vírus. O felino se infectou, provavelmente, ao comer carne de aves silvestres contaminadas. Trata-se do primeiro caso de um mamífero que morre na Europa pelo vírus.
O virologista Reinhard Kurth disse que este primeiro caso confirmado de vírus H5N1 em um gato na Europa era esperado, após a morte por esse vírus de vários felinos na Ásia em 2004, e a constatação nestas últimas semanas de "um número relativamente elevado de gatos mortos no Iraque".
Três dias do primeiro gato infectado, a ilha de Rügen também registra o vírus em um furão. Segundo o instituto que identificou a gripe aviária no animal, essa foi a primeira vez que um furão ou animal semelhante apresentava a doença. A descoberta, porém, não significa uma mudança na natureza da ameaça.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera mínimo o risco de transmissão da forma mais mortal da gripe aviária do gato ou do furão para o homem, mas essa possibilidade não pode ser excluída.
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Egito
Em 17 de fevereiro de 2006, Egito registra o vírus H5N1 em aves domésticas. Dois dias depois, a gripe aviária se estendeu por pelo menos nove províncias do país.
Os primeiros focos apareceram no Cairo, Guiza e Minia (Alto Egito), mas em 19 de fevereiro foram detectados novos focos em áreas urbanas e rurais, do Delta do Nilo e do Alto Egito, de Cairo e do deserto, de modo que a epidemia é quase geral no país.
Um mês e dez dias depois, o país já registrava sua 2ª morte pela doença. A primeira vítima fatal do perigoso vírus H5N1 foi uma mulher de 30 anos que criava frangos em sua casa ao norte do Cairo.
Em 4 de maio, as autoridades de saúde egípcias informaram a morte de outra mulher, a quinta vítima fatal. Segundo um comunicado do Ministério da Saúde, a mulher foi contaminada ao ter contato com aves infectadas na província de Manufliya.
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Índia Em 18 de fevereiro de 2006, Índia registra o vírus H5N1 em aves domésticas. A Índia revelou a descoberta de um segundo foco do vírus em duas criações do distrito de Surat (Estado de Gujarat, oeste), a 4 km de Navapur, no Estado limítrofe de Maharashtra, onde foi revelado o primeiro foco de infecção no subcontinente.
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França Em 19 de fevereiro de 2006, França registra o vírus H5N1 em um pato selvagem.
Na semana seguinte, o país, o maior produtor de frango da Europa, tornou-se o primeiro da União Européia a registrar um foco da doença numa criação avícola, em uma fazenda de perus na região leste do país.
Desde então, até 43 países de fora da UE proibiram ou restringiram as importações de frango da França, afirmou a ministra do Comércio francesa, Christine Lagarde.
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Hungria Em 21 de fevereiro de 2006, a Hungria confirma o vírus H5N1 em cisnes. As autoridades do país anunciaram que já foram detectados 25 casos de aves mortas pela gripe aviária, depois que o Instituto de Saúde Animal confirmou que mais 12 aves silvestres foram encontradas mortas pela doença.
Como nos casos anteriores, que afetaram sete aves em duas localidades do sul de país, foram aplicadas todas as medidas de segurança necessárias em Horany, criando duas áreas de segurança com raios de três e 10 quilômetros, que afetam outras 14 cidades.
Dentro da área de proteção é proibido o transporte das aves de granja, enquanto na mais ampla todo movimento é controlado.
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Polônia Em 6 de março de 2003, a Polônia identificou seus primeiros dois casos da variedade H5N1 da gripe aviária em cisnes selvagens.
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Albânia Em 8 de março de 2006, a Albânia declara o primeiro caso de gripe aviária em seu território, em uma galinha na região costeira de Sarande, ao sul, perto da fronteira com a Grécia.
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Camarões Em 12 de março de 2006, o vírus H5N1 é detectado em um pato que estava na região da cidade de Maroua, no norte do país, perto da fronteira com a Nigéria, informou o governo. O vírus fatal já foi identificado em uma granja comercial na Nigéria em fevereiro. Desde então, outros focos surgiram no Egito.
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Mianmar Em 13 de março de 2006, o país do sul da Ásia detectou a variedade H5N1 em frangos e pretende lidar com seu primeiro foco com transparência. Especialistas confirmaram o surto nas redondezas de Mandalay, norte do país, disse o diretor do departamento veterinário, Than Tun. "O primeiro caso de H5N1 foi detectado", disse. "Estamos tomando todas as medidas para controlar a situação." O vírus foi descoberto depois que 11 frangos morreram nos arredores da segunda maior cidade do país.
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Afeganistão Em 16 de março de 2006, os seis primeiros casos do vírus H5N1 da gripe aviária foram confirmados no Afeganistão, informou o governo afegão e a Missão de Assistência da ONU no Afeganistão (Unama) em comunicado conjunto. Os seis casos foram detectados em testes em aves do distrito de Dasht-e-Barchi, em Cabul, a cidade de Jalalabad (leste do Afeganistão) e o distrito de Khogiani, na província de Nargarhar (leste do país). Até agora, segundo afirma o comunicado, o vírus foi encontrado apenas na população aviária.
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Suécia Em 14 de março de 2006, o Instituto Nacional de Medicina Veterinária da Suécia confirmou a descoberta do primeiro caso de uma coruja morta por causa da forma mais agressiva do vírus da gripe aviária, o H5N1. A coruja foi encontrada em Oxeloesund, localidade situada ao sudeste de Estocolmo.
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Dinamarca Em 16 de maço de 2006, a Dinamarca confirmou seu primeiro caso do vírus H5N1 da gripe aviária no país em uma ave selvagem, disseram autoridades nesta quarta-feira.
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República Checa
Em 29 de março de 2003, o Ministério da Agricultura da República Checa confirmou o primeiro caso de infecção pelo vírus H5N1. Testes preliminares em um cisne morto, na semana anterior, a 130 quilômetros ao sul de Praga, indicaram que o pássaro estava contaminado.
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Jordânia
Em 31 de março de 2006, autoridades jordanianas anunciaram o primeiro caso de gripe aviária em humanos no país. A vítima é um trabalhador egípcio de 31 anos que, segundo os representantes de saúde da Jordânia, contraiu a variedade de "alta patogenicidade" da gripe aviária, H5N1, em sua cidade natal.
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Escócia
Em 6 de abril de 2006, testes de laboratório indicaram que um cisne encontrado morto na Escócia tinha o vírus H5N1, confirmando o primeiro caso de gripe aviária em uma ave selvagem na Grã-Bretanha.
A fim de evitar a disseminação do vírus, foi proibida a retirada de aves em uma área de 3 quilômetros ao redor da pequena vila litorânea de Cellardyke, onde o cisne foi encontrado no dia 29 de março.
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