Espanha aumenta pena solicitada contra membros da ETA acusados de atentado

Madri, 5 mai (EFE).- A Procuradoria espanhola aumentou seu pedido inicial de 900 anos de prisão para 1.

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Madri, 5 mai (EFE).- A Procuradoria espanhola aumentou seu pedido inicial de 900 anos de prisão para 1.120 anos aos três supostos membros do grupo basco ETA acusados de cometer um atentado no aeroporto de Madri-Barajas em 30 de dezembro de 2006, no qual morreram dois cidadãos equatorianos. Segundo o procurador Daniel Campos, a acusação elevou o número de anos de prisão ao considerar que o número de feridos é de 52, e não 41, como estimado inicialmente, no terceiro dia de julgamento, que acontece na Audiência Nacional desde segunda-feira passada. Ele também assinalou que reivindica indenizações de 500 mil euros aos familiares de Carlos Alonso Palate e Diego Armando Estacio por cada uma das vítimas. Além disso, três das acusações individuais na causa pedem que o Estado seja condenado como responsável civil subsidiário, uma solicitação rejeitada temporariamente pelo tribunal. Em 30 de dezembro de 2006, o grupo terrorista ETA colocou uma caminhonete-bomba no estacionamento do Terminal 4 do aeroporto de Madri-Barajas. Carlos Alonso Palate e Diego Armando Estacio morreram soterrado sob os escombros de um dos módulos do estacionamento desse terminal do aeroporto. EFE ada/sa

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