Defesa de Paulo Octávio e assessor negam investigação

Os advogados do governador em exercício do Distrito Federal, Paulo Octávio, e do ex-policial Marcelo Toledo afirmam que seus clientes não estão envolvidos no esquema investigado pela Operação Tucunaré. Antonio Carlos de Almeida Castro alega que, se Paulo Octávio fosse um dos investigados, o inquérito não tramitaria na primeira instância, em razão do foro privilegiado a que ele tem direito.

Agência Estado |

"Nunca consegui identificar um único indício de que essa investigação seja verdadeira. É claro que ela existe, mas Paulo Octávio não pode ser investigado clandestinamente, a Polícia Federal (PF) não faria uma investigação escamoteada na primeira instância para depois passar para ela", alega. "Isso tudo é rescaldo dessa confusão política que nós estamos vivendo."

O advogado diz que nunca ouviu falar na Operação Tellus, sobre suposto esquema de cobrança de propina montado na Secretaria de Desenvolvimento Econômico do DF.

Já o advogado de Toledo, Raul Livino, informa que seu pedido de acesso ao inquérito da Tucunaré foi negado pelo Ministério Público (MP) e pela Justiça sob alegação de que não havia investigação contra seu cliente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo .

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