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Cindy McCain e Laura Bush pedem ajuda a desabrigados por Gustav

SAINT PAUL - A Convenção Nacional Republicana encerrou, nesta segunda-feira, seu http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoeseua/2008/09/01/convencao_republicana_comeca_em_saint_paul_1612616.htmlprimeiro dia com um apelo de Cindy McCain, mulher do candidato presidencial John McCain, e da primeira-dama dos Estados Unidos, Laura Bush, a ajudar os desabrigados pelo furacão Gustav.

Redação com agências internacionais |

Os breves discursos das duas mulheres foram os únicos de hoje na convenção, que, por ordem de McCain, decidiu encurtar sua agenda e eliminar as atividades políticas para dar prioridade aos eventos na região afetada pela passagem de "Gustav" no sul do país.

AFP
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Laura Bush e Cindy McCain pediram ajuda às vítimas do furacão

"Pedimos que cada um de nós se comprometa a ajudar aqueles que precisem, na medida do possível", disse Cindy, elegante em um vestido amarelo, um colar de pérolas de várias voltas e um broche.

Perante a presença de vários dos filhos de McCain e a mãe do candidato, a esposa do senador pediu aos delegados que contribuam na página www.greatercause.com .

Ao seu apelo se uniu a primeira-dama, que pediu que todos colaborem, "hoje e a partir de agora, para ajudar aqueles que precisam e os que deverão reconstruir sua comunidade".

Antes, Laura Bush, usando um tailleur bege, tinha apresentado um vídeo no qual os governadores dos estados afetados expressaram sua determinação para enfrentar a adversidade e seu agradecimento à resposta obtida entre a convenção.

O "Gustav" tocou terra hoje como furacão de categoria 2, com ventos de 175 km/h, na localidade litorânea de Cocodrie. A cidade de Nova Orleans, na Louisiana, foi afetada por ventos de mais de 120 km/h.

Da mesma forma que ocorreu há três anos com o impacto do furacão "Katrina", a grande preocupação das autoridades era se os diques que protegem a Nova Orleans agüentariam os transbordamentos do rio Mississipi e as ressacas. 

Convenção Republicana

A Convenção de quatro dias irá formalizar McCain e a governador do Alaska, Sarah Palin, como candidatos republicanos a presidente e vice, para enfrentarem a chapa democrata formada por Barack Obama e Joe Biden em 4 de novembro.

Obama encerrou a Convenção Democrata, na quinta-feira passada, com um discurso perante 75 mil seguidores num estádio em Denver.

Os republicanos não quiseram especular sobre se e quando o resto da convenção vai acontecer. McCain disse à NBC News que poderia fazer seu discurso de aceitação da candidatura na quinta-feira, via satélite, da costa sul dos EUA.

Bush e seu vice, Dick Cheney, haviam cancelado a participação na convenção mesmo antes que a redução da agenda fosse anunciada. A Casa Branca disse que Bush vai se dirigir à convenção nos próximos dias.

Nesta segunda-feira haverá a inauguração oficial da convenção e alguns trâmites regimentais, segundo Rick Davis, gerente da campanha de McCain, acrescentando que haverá também algum tempo destinado a informar delegados e espectadores sobre como auxiliar nos trabalhos de ajuda às vítimas do furacão.

A campanha de McCain fretou um avião para levar delegados de Estados da costa sul de volta a seus Estados, o que lhes permitiria participar dos preparativos contra a tempestade.

Alguns republicanos esperam que McCain se beneficie com uma resposta forte e compassiva ao Gustav. A ausência de Bush e Cheney, que são amplamente impopulares entre o público, embora não sejam entre a base republicana, também é um fator que pode beneficiar McCain na corrida presidencial.

Ambos os partidos tentam abordar a questão do Gustav sem parecer que tentam levar vantagem política. Nas pesquisas, Obama e McCain aparecem numa acirrada disputa. Levantamento CNN/Opinion Research Corp, divulgado no domingo, mostra Obama à frente por apenas 1 ponto (49-48), o que configura empate técnico. A pesquisa reflete a cobertura da convenção democrata e a indicação de Palin como vice de McCain.

Obama disse que não vai visitar os locais por onde a tempestade passar por enquanto, para não sobrecarregar os serviços de emergência da região. Mas ele prometeu ajudar para que os 2 milhões de apoiadores que estão em sua lista de email se envolvam nos esforços de ajuda à região.

(*Com informações das agências Reuters, AFP e EFE)

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