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ANÁLISE-Mesmo se perder, Palin vira uma força política

DALLAS - Sarah Palin se tornou a nova queridinha dos conservadores, e seu capital político pode fazer dela uma vice-presidente influente -- ou então impulsioná-la à cabeça de chapa em 2012, caso a candidatura democrata de Barack Obama vença a eleição presidencial de terça-feira nos EUA. http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoeseua/ target=_topSaiba tudo sobre a corrida à Casa Branca Direto dos EUA: http://colunistas.ig.com.br/fronteiralivre/ target=_toprepórter do iG acompanha a reta final da disputa

Reuters |

Mas, mesmo nos ambientes republicanos, a governadora do Alasca, mãe de cinco filhos e caçadora de alces nas horas vagas, é uma figura polêmica, que ilustra a divisão do partido entre os conservadores fiscais e os conservadores cristãos (caso dela), unidos em torno da estridente oposição ao aborto e aos direitos dos homossexuais.

"Se eles de fato perderem na terça-feira, ela se torna uma das figuras centrais para 2012", disse Matthew Wilson, cientista político da Universidade Metodista do Sul, em Dallas.

"Claramente, Palin é uma estrela junto aos conservadores sociais, mas muitos republicanos de country-club simplesmente a consideram totalmente impalatável", disse ele.

Palin, 44 anos, se tornou o farol a guiar a base evangélica do Partido Conservador, seu eleitorado mais fiel. Assumiu esse status graças a diversos fatores: o fato de ser uma cristã praticante; de ter escolhido ter seu quinto filho embora exames apontassem Síndrome de Down; de ser uma populista; de saber usar armas.

As pesquisas mostram um esvaziamento da candidatura John McCain/Sarah Palin em diversos segmentos, mas a dupla ainda tem o voto de dois terços dos evangélicos brancos.

McCain discorda dos conservadores republicanos em várias questões, por isso, não conseguiria tanta penetração entre os evangélicos se não estivesse ao lado de Palin, segundo analistas.

Pesquisa do Pew Research Center, realizada entre os dias 23 e 26 de outubro, mostra que 93 por cento dos eleitores registrados que se consideram republicanos conservadores apóiam McCain.

Vários líderes protestantes influentes, como Richard Land, da Convenção Batista do Sul, já carimbaram Palin como sendo a estrela em ascensão do conservadorismo republicano. Se McCain perder na terça-feira, isso a coloca bem à frente do pelotão republicano para 2012.

"Acho que ela será uma competidora importante..., e certamente estará na disputa", disse Tony Perkins, presidente do Conselho de Pesquisa da Família, influente grupo conservador muito ligado aos evangélicos.

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