'Uma bolinha não dói', cantam militantes petistas

Em ato sem a presença de Dilma e Lula, militantes cantam paródia para ironizar 'episódio da bolinha'

Andréia Sadi e Flávia Salme, iG Rio de Janeiro |

nullDepois de participar do ato com a presença da presidenciável Dilma Rousseff (PT), militantes petistas se dirigiram à zona sul do Rio de Janeiro e, em Copacabana, com um boneco da candidata ironizaram o candidato José Serra , atingido por uma bolinha de papel e outro objeto na última quarta-feira na capital fluminense. Na paródia, o refrão do funk “um tapinha não dói” virou “uma bolinha não dói” durante caminhada na zona sul carioca.

Presente no ato, o presidente do PT carioca, Luiz Sergio, disse que o "bloco da Dilma" é a prova de que o partido faz manifestações de paz. Perguntado se uma bolinha não dói, ele brincou: "não vai se assustar tem muito confete por aí". Sergio ainda fez um apelo à militância para que não haja mais atos violentos na reta final de campanha. “Vamos até domingo com bandeira na mão adesivo no peito e argumentos para defender a campanha de Dilma”, pontuou. O deputado federal Jorge Bittar também estava presente.

Além de parlamentares, algumas personalidades participaram da caminhada pró-Dilma. O dramaturgo Nelson Rodrigues Filho minimizou o episódio da bolinha, mas ressaltou que a militância deve ocupar as ruas pacificamente até domingo. Já Cecília Boal, filha de Augusto Boal, manifestou o seu apoio e da classe teatral à campanha.

Campanha Pacífica

Após passar por São Paulo, os candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) fizeram campanha durante este domingo no Rio de Janeiro (RJ). Dilma participou de ações de campanha no bairro do Realengo, zona oeste da cidade enquanto Serra fez carreata com aliados na orla de Copacabana, zona sul do Rio. Não houve registro de incidentes.

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