Análise do TSE é que a inserção emprega, aparentemente, termo semelhante ao do utilizado pelo governo federal em suas propagandas

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O Tribunal Superior Eleitoral suspendeu uma inserção da campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República. Na análise do ministro Henrique Neves, a inserção emprega, aparentemente, termo semelhante ao do utilizado pelo governo federal em suas propagandas institucionais, o que é proibido pela legislação eleitoral.

O pedido de suspensão foi protocolado no TSE pelos advogados da coligação de José Serra (PSDB). Eles alegam que a propaganda "ao dizer que o Brasil quer ser 'cada vez mais um país de todos', nada mais é do que uma exaltação eleitoral com as próprias armas publicitárias do poder público, custeados com o dinheiro público". E que isso pode configurar crime eleitoral em razão da apropriação de um slogan público.

Em sua decisão, o ministro entendeu que a expressão "O Brasil quer ser cada vez mais um país de todos", usada na propaganda de Dilma, tem semelhança com o slogan do governo Lula "Brasil, um país de todos", e deferiu o pedido de suspensão da inserção.

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