Augustinho Pastore pretendia disputar uma das vagas para o cargo de deputado federal

O ex-vereador e ex-presidente da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), Augustinho Pastore (PP), teve o pedido de registro de candidatura negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei Ficha Limpa. O TSE levou em consideração que Pastore teve suas contas reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE).

O ministro relator, Arnaldo Versiani, considerou o candidato inelegível porque suas contas foram reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Pastore presidiu a Câmara de Vereadores de Vilhena e suas contas foram reprovadas no em 1999. O ex-vereador teve o pedido de registro de candidatura negado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), recorreu ao TSE, que confirmou a decisão do TRE.

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