O possível vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff disse que a Contribuição Social para a Saúde está descartada por enquanto

O presidente do PMDB, Michel Temer (SP), possível vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff (PT), descartou a criação de um imposto destinado à Saúde como parte do programa de governo do partido. Segundo ele, a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS) por enquanto está descartada.

“Não somos a favor de nenhuma nova carga tributária no momento. Mas, vamos analisar de acordo com as necessidades”, disse.

O programa de governo do PMDB foi entregue hoje (9) à pré-candidata petista à presidência, Dilma Rousseff. Entre as sugestões de governo estão a criação de uma poupança destinada aos filhos dos beneficiados com o Bolsa-Família.

“Seria um valor a mais. Dando sequência ao programa de governo do presidente Lula”, disse Temer.

O partido também sugere a extensão do Programa Universidade para Todos (ProUni) ao ensino fundamental e médio. O programa concede bolsa de estudos em universidades particulares para alunos carentes.

“Como deu muito certo o programa, queremos estender para o nível médio”, disse.

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