Suplicy tenta entregar flor para Dilma, mas é barrado

Casa da presidenta eleita vira ponto turístico e atrai estudantes de arquitetura que tiram foto com Suplicy

Ricardo Galhardo e Andréia Sadi, iG Brasília |

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi hoje à casa da presidenta eleita Dilma Rousseff para entregar-lhe uma flor e cumprimentá-la pelo resultado das urnas. Mas não foi recebido. Os seguranças não deixaram o senador entrar sob a alegação de que Dilma estava descansando.

Suplicy explicou que foi convidado para ir ao Hotel Naoum ontem à noite, onde a coordenação da campanha se reuniu depois da apuração dos votos, mas não pode comparecer porque já tinha entrevistas agendadas em São Paulo.

O senador não se deixou abater por não ter conseguido cumprimentar Dilma e disse que terá outras oportunidades para se encontrar com a presidenta eleita. “Eu estarei muito contente porque em algum momento poderei dar um abraço nela”, afirmou aos jornalistas.

Agência Estado
Suplicy leva flor para Dilma, mas é barrado

Segundo Suplicy, a alternância de poder de um homem para uma mulher vai beneficiar todo mundo, inclusive o candidato tucano derrotado à Presidência José Serra, que na véspera da eleição disse que era importante haver alternância no poder. “Ele (Serra) expressou que deseja o melhor para o Brasil. Então, ele vai se beneficiar como todos os cidadãos brasileiros”, afirmou Suplicy.

Enquanto estava do lado de fora da casa da presidenta eleita, o senador foi abordado por um grupo de estudantes que arquitetura da Faculdade Dom Pedro II, de São José do Rio Preto (SP). Os estudantes, na maioria do sexo feminino, que estão em Brasília para estudar e conhecer de perto a obra de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, aproveitaram para conhecer também a casa da presidenta eleita.

“Estávamos no Congresso Nacional, encontramos alguns jornalistas que disseram que estava todo mundo aqui. Eles nos deram o endereço e a gente veio para cá”, disse a estudante Bruna Rohr, de 21 anos, que foi conhecer onde mora Dilma Rousseff mesmo sabendo que a casa da ministra não desperta nenhum interesse especial sobre arquitetura.

“A gente veio só porque era casa da Dilma, já tínhamos visto na TV e não tinha graça”, afirmou a estudante Camila de Lemos de 20 anos.

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Elas aproveitaram o passeio para tirar fotos com o senador Eduardo Suplicy e cantaram a música “Ah moleque”. Suplicy não entrou na dança, mas demonstrou satisfação pela manifestação de apreço das estudantes.

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